segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Quando você perde alguém...

Quando você perde alguém que te defini, você fica perdido, você perde sua identidade, aí então começa a jornada para conseguir a nova identidade. Ela é perigosa, pois é algo difícil, você vai querer encontrar com a pessoa que amava, para ter aquele reconforto de sempre, reconfort0 familiar, mas não vai encontrar um igual e terá de ter muita paciência para construir um novo lar em sua mente, um novo sentimento, um novo mundo, onde você viva em paz com você mesmo e saiba quem é você.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Era da solidão


Esta é realmente uma era de solidão? Para alguns talvez? E tudo conspira para que cada vez mais as pessoas se fechem, a tecnologia, a violência, os paradigmas entre outras coisas.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Alienações do ser humano.

The Passage of TimeImage by ToniVC via Flickr
Estas são as alienações do homem, estão interligadas entre si, uma interfere na outra.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Mundo imaginário

Quem já não quis ter seu próprio mundo?
Quem já não sonhou com um?
Eu sim, quando criança então, eu tinha vários!
Mas o mundo imaginário que eu vou descrever não é tão saudável como aqueles das imaginações infantis.
O mundo do qual eu falo é quase parecido com o da história Alice do País das Maravilhas, onde em algum momento encontramos no nosso mundo algo tão estranho e logo os personagens apresentam se distorcidos e a imaginação começa por cima esculpir o futuro do mundo imaginário deixando-nos sem controle sobre ele e ele acaba por refletir em algumas ações do mundo real.
Este deve ser um tema muito antigo e muito comentado em várias literaturas, faz parte da nossa condição humana, é como se fosse um sistema de proteção em conflito para nos reguardar de alguma coisa nociva.

Quando uma pessoa cria um mundo destes ela se fecha para a realidade, não totalmente mas na parte sentimental principalmente, ele se torna mais fria, trata situações como se já tivesse vivido aquilo e compara tudo a seu mundo. Quanto mais imerso no mundo dela, mais o mundo real fica sem importância, mais a pessoa se torna vigiada por ela mesma, suas ações frente a outras pessoas podem ficar sem jeito, pois tudo a vigia, tudo presta atenção no que ela faz e este sentimento a acompanha. Mas tem um lugar em que ela se sente segura: O mundo imaginário, lá ninguém repara nela, lá ninguém chinga ela, lá ela não é desajeitada, entre muitas outras coisas que proporcionam fuga.

Depois de um bom tempo neste mundo imaginário a saída já é distante, enfrentar o mundo real é algo que se tornará trauma, pois os traumas já são modelos prontos na mente, empilhados um a um em um imenso muro do qual sair significa derrubar o muro e ser exposto ao mundo real. Algo que deve ser feito com uma mente forte e com muito apoio de outras pessoas.

Mas e quando não não se tem uma ajuda para sair? E quando a pessoa não quer sair?
E olhe que tudo que eu disse acima é puramente psicológico, nada induzido, quero dizer sem drogas. Claro com drogas é possível fugir do mundo e viajar! Ou às vezes o mundo já está formado e só precisa de uma ajudinha das drogas para que tudo se torne tão real quanto o real.

Mas tiremos as drogas da jogada. É possível sim viver este mundo imaginário por diversas outras maneiras apenas psicológicas.

"Você que está do lado de fora, você pode ajudar?
Você parado aí fora, envelhecendo, Você pode sentir?"

quarta-feira, 25 de março de 2009

Dúvida: Que vida é esta? Porque Sofrimento?

An overview of the structure of DNA.Imagem via Wikipedia

Doenças, sofrimento, dor...
Sem qualquer ajuda divina...
Porque algumas pessoas sofrem tanto, será que o sofrimento é equilibrado entre todas as pessoas, algumas de uma forma e em algum tempo e outras de outras forma e em outro tempo OU existe sofrimentos em diversos níveis, pessoas que sofrem mais e outras menos.

Coisas que nos faz perder a fé, desistir, revoltar-se, podem acontecer diversas vezes. Isto é teste?
É culpa nossa? pagamos por algo? pagamos por alguém?

Você está no caminho certo?

Mas até os religiosos sofrem.
Tem aqueles que fingem todo o tempo serem hiper-felizes.
Tem aqueles que fingem todo um mundo que não existe.
Tem aqueles que fingem que está tudo bem.
Mas lá no fundo sempre tem algo que incomoda, não?

Eu serei salvo?
Importa a vida após a morte, da qual eu não tenho certeza, ou importa a vida que foi me dada, que é uma dádiva, que tenho certeza que estou vivendo?

Porque fazer coisas boas só para ser salvo?
Porque não pode fazer coisas boas porque é bom, sem pensar em salvação?
É por medo de Deus?
mas Deus te ama, porque sentir medo?


terça-feira, 24 de março de 2009

Alma

O céu.Image by Fernanda Fronza via Flickr

Se nós temos alma. Eis as considerações:

Por uma das religiões para cada pessoa nova, tem se uma nova alma, e quando a pessoa morre a alma vai para uma fila esperando o mundo terminar.

Por outra nos morremos e nascemos novamente como outra pessoa, e ficamos neste ciclo de morre e vive até evoluirmos.

E um terceiro modo é: não existe alma.

Bom nós não sabemos! Mas é melhor pensar que temos, é mais confortante, é como fomos criados, é como foi nos ensinado.

Se a frase "Uma mentira dita mil vezes é uma verdade" fosse verdade, nós temos alma com certeza, de tanto dizerem que temos alma, nem importaria se existe ou não, a frase a tornaria verdade de qualquer forma.

Mas a comprovação da alma é muito mais importante, por ela nos traz a "vida após a morte".

segunda-feira, 23 de março de 2009

Encontrando o Vazio

Waiting for summer; Empty benches, the promena...Image by foxypar4 via Flickr

Existem 3 perguntas principais que na sequência levam ao vazio, são questões que levam o cérebro a entrar em paradoxo, ao pensar na resposta para elas quando se chega na terceira algo que nos faz pensar o quanto somos pequenos ao ponto de sumir e no mesmo momento o quanto somos ignorantes sobre tudo que existe e o quanto nós não nos perdoamos por se importar com assuntos tão pequenos e por último a sensação de vazio nos preenche juntamente com uma sensação horrível do que queremos atingir mas nunca conseguimos, às vezes uma sensação que dá vontade de se espreguiçar até explodir ou mesmo pensar até ferver o cérebro, é como um nó mental.

Qual a razão para a vida?
O que Deus quer de nós?
Se Deus existe, quem criou Deus?

A resposta não está com você e aquela sensação de vazio nada mais é que a falta de conhecimento sobre o assunto. Acredito que aquela sensação que experimentamos quando pensamos no vazio e que desejamos atingir ao máximo, por um tempo longo, deve ser preenchida algum dia, mas devemos estar preparados para este conhecimento.
Você está preparado para conhecer Deus?


segunda-feira, 16 de março de 2009

Bem vindo a vida!

Cresça e multiplique
Decida o certo e o errado
Mude de opinião

Crie regras
Não obedeça nenhuma
Sofra as consequências de seus atos

Julgue e seja julgado
Escolha e seja escolhido
Mude o curso e tenha medo

Tenha medo para não mudar
Tenha medo de sofrer
Sofra para temer

Faça parte da história
Não deixe marcas
Seja apontado como culpado

Esforce-se em vão
Tenha paciência
Faça tudo rápido

Pense em perder tempo
Se arrependa de se arrepender
Jure aproveitar

Pense em ser feliz
Nunca encontre o que quer
Seja desafiado

Guarde sentimentos
Exponha sentimentos
Seja desconfiado

Tenha medo de morrer
Não ligue mais para a vida
Sinta-se revoltado

Não tenha medo de morrer
De importância a vida
Sinta-se culpado

Ouse desafiar
Queira sempre ganhar
Nunca ganhe

Projete-se para cima
Caia para baixo
Seja premiado

Veja o pior
Seja o melhor
Seja escravo

Descubra um jogo
Encontre a saída
Reconheça o fim

Licenciado sob Creative Commons
Creative Commons License

quinta-feira, 5 de março de 2009

"Crise Existencial"

Quando uma pessoa começa muito a pensar na vida, como ela foi gerada, porque estamos aqui, ela começa sua busca pela razão da existência.
Ela deve ter mente aberta e muito cuidado, pois está vulnerável totalmente a doutrinas, pois se ela desistir de encontrar ela terá uma crise existencial e durante esta crise a ajuda pode aparecer, esta ajuda vindo de doutrinas limitadoras pode ganhar a mente, quem desisti e sucumbe-se a ficar limitada ao teor da doutrina que escolheu.

Nada contra as doutrinas, pode segui-las se desejar, mas tem que manter a mente aberta, geralmente quem segue a risca não alcança sua própria razão, mas não tem mau nenhum nisso também.

São vários níveis em uma jornada pela razão da vida, não desista no caminho, o conhecimento lhe espera e tome cuidado, tome muito cuidado. Não perca os sinais da sua existência!

Sempre existe saída. Não entre em pânico.

quarta-feira, 4 de março de 2009

O Ciclo

Eu já apresentei um artigo sobre o ciclo, e também que não existe somente um. Eles são vários, existem longos e curtos, correndo ao mesmo tempo em paralelo e até mesmo ciclos dentro de ciclos.
Você já deve ter ouvido a frase: "A história se repete", sim é verdade, mas nunca é igual a primeira versão, sempre tem algo diferente, porque mesmo no mais básico dos ciclos, o seguinte sempre possui evolução, sempre estamos aprendendo, se não é coisa boa, é má, se não é muita coisa pode ser nada, mas também se aprende com o nada, pois mesmo não aprendendo nada vem outras coisas juntas, como por exemplo, tédio, e nisso pode ocorrer uma evolução, por exemplo, ao adquirir a proeza de como vencer o tédio.

terça-feira, 3 de março de 2009

O que faz um ciclo parar?

Sim, queria colocar a resposta neste artigo, mas vou deixar, você, caro leitor na dúvida.
O que posso adiantar é que está ligado a natureza humana, é algo que deveria acontecer com todos. O que faz um ciclo parar é o mesmo que pode fazer uma pessoa a parar sua busca pelo conhecimento, que ocorre quando ela se completa devido a seu instinto e se ela se entregar totalmente é naturalmente descartada da jornada do conhecimento sem sofrimento algum.
Além disso o ciclo fica parado por um tempo e depois continua normalmente.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

O que nós queremos?

Se pensar realmente no que quer, verá que:

... Queremos Nirvana, Elevação de Espírito, Felicidade Eterna, Eternidade, Perdão, Reino dos Céus ou qualquer outras destas ilusões prometidas e nunca alcançadas antes da morte. Pois na verdade queremos a continuar a viver.

O que algumas pessoas não percebem é que querer estas coisas é viver sonhando e se esquecer de aproveitar o que melhor se tem: a vida.

É aqui que devemos fazer nosso paraíso, é que aqui que temos que se ostentar felizes, é aqui que vivemos intensamente até quando é permitido.
O que vem depois da morte deixa para descobrimos quando morrermos, pois se não existir nada, pelo menos nós aproveitamos, não é sim que outras pessoas pensam?

E se for assim temos que fazer tudo a seu tempo, nada com pressa, nada forçado, nada feito com vício, nada com exagero.

Então tudo bem! Agora que não quero mais aquelas ilusões, vou aproveitar minha vida aqui na terra e agora eu quero:
Um carro, uma casa, um bom trabalho, boas férias, não quero ficar doente e quero muito e muito dinheiro, pois neste mundo conseguimos as coisas primeiro conseguindo de alguma forma dinheiro.

Mas nós devemos nos desapegar a coisas materiais, pois elas quando perdemos temos um sofrimento muito grande e isso é mau para nós. E se isso acontecer é bom você ter alguma ajuda espiritual, não material, algo em que você possa se apegar e se sentir confortável. E seguindo corretamente o suposto correto, você pode conseguir alguns benefícios como Felicidade natural e perdão para seus erros. Nós devemos elevar nosso espírito, devemos merecer o Reino dos Céus, merecer o Nirvana.

Claro que tudo a seu tempo, nada com pressa, nada forçado, nada feito com vício, nada com exagero.

Mas quase ninguém percebe que querer estas coisas é viver sonhando e se esquecer de viver... neste ciclo.

E DEVEMOS acima de tudo repetir este CICLO quantas vezes forem necessárias para aprendermos a sair dele ou no mínimo manter equilíbrio e manter:

tudo a seu tempo, nada com pressa, nada forçado, nada feito com vício ...

E DEVEMOS acima de tudo repetir este CICLO do ciclo quantas vezes forem necessárias para aprendermos a sair deles ou no mínimo para não enlouquecer-mos quando descobrirmos mais um ciclo.

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No final, quando todos os ciclos forem descobertos, nós encontraremos o mais terrível sentimento abominado pelo cérebro humano:
O VAZIO.

Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...!

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Mas ainda tem algo que não foi abordado aqui, algo que pode parar o ciclo por um determinado tempo...

Quem sabe responder? Comente!

sábado, 21 de fevereiro de 2009

A vida é um jogo e nem todos jogam!

Sim, ela é, pois a definição do jogo é uma parte da vida. Temos pessoas (os personagens do jogos) e os desafios (fases, obstáculos etc) e os objetivos (como no jogo há) e também tem fim, o mundo pode não ter, mas nós os personagens temos.

Sendo um jogo, algumas pessoas cansam de jogar e criam a tendência a desistir, isto é fato. Um exemplo é: algumas vezes quando vemos uma pessoa que gostamos, passamos a admirá-la, porque? Vou dar um exemplo dentro deste exemplo, quando você vê um cara dando uma palestra e você adora aquilo e pensa: - Nossa eu adorei o assunto, poderia fazer isto na minha vida, é exatamente o óbvio, você encontro seu espelho, é você que poderia estar lá frente no lugar dele, no final, você gostou tanto da pessoa porque ela é o que você queria ser, ou pode ser bem melhor, ela tem o que você quer. Mas se você não esta onde ela esta talvez seja porque você desistiu em algum ponto, no fundo gostava do assunto, mas não quis estudá-lo, o caminho parecia grande demais e por isso você não o seguiu.

Este é um exemplo simples, que algumas pessoas percebem, mas outras não, isto fica mascarado e acaba comandando ações, pode levar a cobiça, inveja etc. Este é um de nossos bugs, o "medo virtual", aquele medo desnecessário que nem sabemos que sentimos, pode parecer brincadeira, ou soar bem infantil, mas este medo é como o de que outras pessoas invadam sua mente e descubram o que você acabou de sentir e retalhem-lhe por ter desistido lá no começo, é como se o cérebro falasse: - Eu te avisei!, e ao mesmo: - Vai lá, o cara é o máximo!

Agora voltando ao assunto lá em cima, onde a vida é um jogo e as pessoas cansam de jogar, uma das coisas culpadas por pararem as pessoas de adquirir mais conhecimento é o Amor, sim ele mesmo, se a pessoa ainda não conseguiu ser autodidata para adquirir conhecimento, ou sempre desistiu quando ficou complicado e tudo virou uma bola de neve, com certeza ao apaixonar-se a sua trajetória está satisfeita, o ciclo do homem está no início para a fase final e se tudo der certo a única coisa que irá interessar é viver o resto da vida numa boa, sem busca, sem grande movimentos revolucionantes, sem muito trabalho e por aí vai, nunca saindo da primeira fase.

Para exemplo considere então para uma pessoa (ELE) que leva a vida normal e NÓS pensadores, buscadores de conhecimento, interessados no rumo do mundo, sensibilizados com os acontecimentos: Façamos as seguintes questões:

Será que ele vive melhor, não se importando tanto?
Será que ele é mais feliz? Será que ele é feliz?
Será que ele após a morte volta para aprender mais?

Mas por fim, todas as questões são dispensáveis pois elas pertencem a nós, nós a criamos, nós nos importamos, pois na verdade se ele fosse mais feliz, era ele e não nós, saber disso é pior para nós, porque geralmente as pessoas não enxergam que o modo de ser de cada um é diferente e que nós não conseguiríamos viver como este cara, mesmo que fôssemos ele, poderíamos não ser feliz, pois aquilo não nos pertence, aquele estado de espírito (aquela felicidade) é dele.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Deus

Com certeza ele existe, talvez não da forma como as pessoas pensam, ou os dogmas definem, mas alguém começou tudo isso, alguém acendeu o pavio da bomba Big-Bang, encare que pode ter sido de qualquer forma, mas alguém ou algo criou. Esta é a maior prova da existência de Deus. Agora se ele nos vigia, se é hostil, se é bom, eu acho que não há prova 100% para qualquer um dos lados que afirme isto.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Simulacro

Estamos num simulacro sim! Acredito e sempre encontro provas que estamos vivenciando um simulacro aqui no Brasil, assim como ele já existe em alguns países mais ricos.
O Simulacro é um conceito formado por um filósofo da França (Jean Baudrillard), nele a sociedade mistura o real e o virtual, não é só o virtual do computador, mas também o virtual que transmitido pela TV, rádio e todo marketing, é o que fica no ar, é o que direciona, para alguns totalmente, para outros ligeiramente, as ações do dia.
É onde você decide que matar a sua sede é com Coca-Cola e não existe água. E também não faz mal, pois a marca gerou um mundo onde você pode viver bebendo Coca-Cola o quanto quiser e ser muito feliz.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Momentâneo Espaço de Tempo da Razão

O fato de descobrir coisas novas, óbvias ou não, as vezes pode ser um choque, as vezes a coisa nova é algo revolucionário, que vai deixá-lo feliz por um bom tempo, é aquele momento em que você enxerga longe, sente adrenalina, sente ansiedade, sente felicidade e derrepente tudo some. Você fica tentando saber o que levou você a sentir tudo isso mas, não encontra a origem e acaba desistindo.
Talvez este momento teria vindo e ficado se estivéssemos preparados para recebê-lo, e talvez nem teríamos reações indesejadas como ansiedade. Seria algo como: "o cérebro quer mas ainda não é compatível". E se recebessemos este conhecimento sem preparação poderíamos romper com a razão, ou seja ficar loucos. Louco é uma palavra forte, entenda como algo desde uma coisa leve até realmente perdermos a linha, isto vai depender da intensidade da descoberta.
Por esse motivo as crianças não podem saber certas coisas antes da idade, o mesmo acontece com as pessoas após a infância, é o mesmo sistema operacional, evoluiu, mas ainda é primitivo para certos assuntos.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

A Bolha!

A bolha, algo em que estamos todos dentro, nos protege e também nos prejudica, ninguém tem controle total sobre ela e todos participamos da decisão do que acontece nela, uns conseguem persuadir as pessoas a caminharem para um lado e outros para outro, alguns grupos se baseiam em quase os mesmos princípios, mas mantém seu grupo separado dos outros, sempre com algo diferente, como se vendesse um produto, não por não concordar com outras idéias, mas simplesmente para ter o poder de decidir por seu grupo em algum momento futuro. Momento em que ele dominado por seus sentimentos, principalmente medo, egoisticamente decidira o melhor para o grupo e principalmente para ele. Mas, em seu grupo também a sujeitos como ele, que por sua vez comanda grupos menores e faz o mesmo que ele, e não concordando com ordens superiores ele muda o caminho.
Isto aplica-se a muitas pessoas ou apenas uma pessoa, que quando sozinha pode também ter psicologicamente seu próprio mundo.

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