Bora bora, para boas e novas notícias...
11:11 tá chegando!
Erros vocês estão no passado.
Mundo você deve ser explorado.
Acho que agora minha experiência está completa, agora, só curtir.
Outro lado da vida acaba de ser percorrido, o terceiro lado do cubo.
Firmemente agora, sem perder, sem futuro, sem passado, no agora.
Na razão, na emoção.
LEVEL COMPLETE!
Let's go to the next.
Nossa Mente: Muito mais do que um canto para se esconder, um mundo todo para Explorar!
terça-feira, 18 de outubro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
E tudo continua...
A única coisa que eu consigo fazer é gerar enormes textos sobre tudo o que aconteceu, sinto um aperto enorme no coração quando me lembro de ver a autodestruição nas pessoas, em uma delas particularmente eu sinto mais, porque me parece que eu tenho parte nisso, parece que um pouco da culpa é minha.
Os dias de encontro comigo mesmo se passam, ainda não consegui organizar as minhas coisas. Os projetos estão andando, engraçado que está tudo caindo em tempo certinho, como se eu tivesse um espaço para pensar no passado e analisar tudo que se passou e ainda não deixar as coisas atrasadas.
Esse ano vai ficar marcado... como um dos melhores anos da minha vida. Eu voltei a sentir, eu vou ter a emoções, o robô está caindo os pedaços, no lugar, alguém mais humano surge, com todos os erros e defeitos, estragando o mundo, irritando as pessoas, ficando triste, se arriscando, vivendo na borda.
Porém não atinge a borda má da vida, tenho honra e dignidade. Tenho também orgulho, algumas dessas coisas me impedem de embarcar numa vida de boemia e de coisas piores, que bom que eu tenho esse senso.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Feriado de mim mesmo
Não, não estou copiando, é que também conheço a história.
Eu
até podia me identificar com o "Feriado de Mim Mesmo", eu até podia
entrar nas viagens psicodélicas, se já não estou nelas, podia começar a
procurar a barata para estabelecer contato, podia ir além, porém vejo
que já estou acima disso e que isso é um estado conservativo que eu não
desejo me prender e só me deixaria mais doente, apenas entrando mais uma
pessoa no mundo com os sintomas, apenas me limitando a uma vida
medíocre novamente, já passei por isso, sei sair, tenho coragem.
Afinal
qual é o pior que pode acontecer em me expor? Me sentir perdido ou com
medo de me perder? Sofrer preconceito? Que me crucifiquem por eu ser quem sou!
Me sentir com medo? Me sentir com medo de tudo? Bah!
isso eu já posso estar e se ficar pior? E daí? No máximo é a morte, e no
mais, sempre tem alguém para ajudar, se existe outro lado da vida, também
existe Deus, então é aí que está minha força. Se existe o mal, existe a
luz, então mesmo que eu fique nas sombras irei querer a luz de qualquer
forma, sofrer pra quê? Me culpar pra quê? Todo pessimismo só me faz
sofrer e faz sofrer outras pessoas.
Toda culpa, toda mágoa guardada só faz meu mundo pequeno e limitado, e eu não ocupo nem 2 metros da Terra, tenho aí um planetão pra eu andar a vida toda sem conseguir ir a todos os lugares. Tenho tempo para conhecer mais pessoas, para sofrer novamente, para me corrigir novamente.
As forças vão e voltam, eu procuro ajuda, as pessoas me ajudam, eu volto. Assim o mal que eu faço vai sendo combatido, assim eu vou me equilibrando para meu papel no mundo. Espero que essa bipolaridade passe logo para eu seguir criando. Arte, quero arte!
Bom, rendido então a um tempo para mim, não é esse a mensagem principal?
Ok então, balanço da vida. Balanço do sentimento, hora de redescobrir novamente os valores, de redescobrir novamente o mundo.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Nova identidade, novos valores.
Amigos não leiam. Não leia você que não é meu amigo tb. É apenas um grito.
Hoje eu não choro de paixão, eu choro pela culpa de ter me deixado levar pela paixão e ter ferido quem eu gostei, ter ferido um ser humano sentimentalmente, sendo insensível, sendo frio, mesmo quando eu gostava por dentro, porém eu era um robô, me deixei modelar pela sociedade, me deixei modelar pelos traumas e pelas rasteiras da vida, vivia escondido, vivia fugindo de mim mesmo.
Hoje, eu sou o próprio muro de traumas caído, procurando os tijolos, tentando botá-los em ordem para saber de onde vieram, de onde surgiram, para aí então me esconder dentro do muro novamente, porém, não há mais como, hoje, eu estou exposto. Mudei.
Hoje eu me sinto muitas vezes perdido, não sei o que quero do futuro, não sei o que fazer com o passado, as entranhas do passado me puxam, minha mente não esquece e no final descubro que todo o passado foi inventado por mim, estão em paranoias, estão em neuroses. No final de tudo vejo que o problema sou eu. Me sinto monstro, me sinto desprezível.
Não quero ser pessimista, não quero me culpar, mas sou culpado, fui fisgado por eu mesmo, me sabotei e cutuquei sentimentos alheios e quis controle, mas não são do meu domínio pessoal. Acho que aceito uma segunda chance, mas quero cuidados, quero saber por onde andar, porém sei do caminho incerto e o medo me faz cada vez mais medroso.
Se pudessem ver meu interior como eu mesmo vejo seria melhor, seria melhor sair exposto, seria melhor não sentir culpa por esconder. Onde um rosto amigável em mim existe, por detrás parece esconder algo que eu nem mesmo conheço. Quem sou? Quem sou?
Já li várias vezes que solidão é perder-se a si mesmo, espero que não aconteça comigo. Tenho rezado, coisa que não fazia, tenho pedido a Deus, por mim, meus familiares e meus amigos. Pode até não adiantar, pode até ser em vão, mas a vibração enviada é positiva, assim espero ajudar.
Coisas que eu não sentia antes agora sinto, os sentimentos voltaram e me levam para cima e para baixo tão rapidamente que me sinto oscilante, agora parece que tenho bipolaridade. Enxergo o mundo como algo que quer ferir, enxergo o mundo em um caminho errado, enxergo o mundo desafazendo-se de calor humano, enxergo o mundo com as pessoas descontando suas frustrações umas nas outras, inclusive eu faço e fiz sem pensar. Agora cada vez mais estou mais quieto, só observando e tentando ao máximo não analisar nada, tanto para não atrapalhar nada, quanto para não julgar.
Em um
momento seguinte me lembro da frase "não é possível se fazer um omelete
sem quebrar alguns ovos" e me lembro que bons resultados atrapalham,
nem sempre é possível não estragar algo, mas no final, o mundo é
transformação, no final tudo está mutável, no final nada é constante e
somos todos uma geleia que escorre pelos dedos. Nisso, então lembro de sacrifício, para conseguir algo é necessário mudar ou desapegar de algo, fazendo assim o sentido da frase.
Hoje, o mundo me assusta, o mundo me amedronta, toda e qualquer fuga de não sentir algum sentimento me leva a um caminho perdido onde eu me autodestruo, todo conhecimento e estudo me leva a um caminho de bem aventurança entre a sociedade, porém é onde me sinto fazendo o jogo deles, onde eu me sinto cooperando com a sujeira no mundo, onde dinheiro e prosperidade material me deixa vazio e novamente me sinto perdido. Todo caminho religioso aniquila meus prazeres carnais. Logo, sem mais, não tenho muito o que fazer muito por aqui.
O único caminho que encontrei foi o de ajudar, ajudar no que eu puder. Para o bem, para o belo, para a verdade, para a arte. Somente neste caminho de caridade e sacrifício por um bem maior da humanidade me identifico. Somente lutando por uma causa ou pessoa é que consigo viver sabendo que no mínimo do mínimo do mínimo posso contribuir para a paz. E todos os dias tentando ser um ser humano melhor.
Eu amo hoje todas as criaturas da terra, por vezes algumas pessoas me parecem atores, me parecem crianças, cheias de esperança e brilhos nos olhos e por vezes enxergo pessoas prontas para exercer a maldade sobre outras. Me encanto com a natureza, mas acho que é porque ela não me faz mal nenhum ou ainda, se faz, é tudo parte de uma lei mecânica-natural que deve ser assim mesmo. "Nós nascemos para acabar." (M. Jeneci).
Eu amo hoje todas as criaturas da terra, por vezes algumas pessoas me parecem atores, me parecem crianças, cheias de esperança e brilhos nos olhos e por vezes enxergo pessoas prontas para exercer a maldade sobre outras. Me encanto com a natureza, mas acho que é porque ela não me faz mal nenhum ou ainda, se faz, é tudo parte de uma lei mecânica-natural que deve ser assim mesmo. "Nós nascemos para acabar." (M. Jeneci).
Como há pessoas más no mundo, como eu sou mal.
Eu não quero estragar mais nada. D'us, me perdoe!
"Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizeis uma só palavra e serei salvo."
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Finalmente, chegando ao final do ciclo.
É, esse ano foi difícil, mas agora estou tão livre, mas tão livre que tenho até um certo receio de falar isso para eu mesmo, rs.
Tenho que só prezar pela minha sobrevivência, sei agora que o mundo é um playground para mim e que minha consciência desperta a cada dia mais e mais, vamos ver se continua.
Aprendi tanto, mas tanto, acho que foi um dos anos mais produtivos de toda minha vida.
Ao meu amigo (M.A.B.) que me ajudou muito, mas muito mesmo, a eu conseguir isso, um enorme muito obrigado. Eu acho que ele ainda não sabe o que fez.
Um muito obrigado também aos meus amigos Gustavo A. e Fábio A. S. pelas horas que me apoiaram, nos momentos difíceis me deram uma nova visão, talvez em algumas horas sem saberem para qual caminho me enviaram, mas foram ótimos caminhos que mudaram minha visão do que estava acontecendo.
Agora é manter o equilíbrio e ajudar quem quiser receber uma ajuda que leva a uma imensa paz.
No momento estou em paz.
Tenho que só prezar pela minha sobrevivência, sei agora que o mundo é um playground para mim e que minha consciência desperta a cada dia mais e mais, vamos ver se continua.
Aprendi tanto, mas tanto, acho que foi um dos anos mais produtivos de toda minha vida.
Ao meu amigo (M.A.B.) que me ajudou muito, mas muito mesmo, a eu conseguir isso, um enorme muito obrigado. Eu acho que ele ainda não sabe o que fez.
Um muito obrigado também aos meus amigos Gustavo A. e Fábio A. S. pelas horas que me apoiaram, nos momentos difíceis me deram uma nova visão, talvez em algumas horas sem saberem para qual caminho me enviaram, mas foram ótimos caminhos que mudaram minha visão do que estava acontecendo.
Agora é manter o equilíbrio e ajudar quem quiser receber uma ajuda que leva a uma imensa paz.
No momento estou em paz.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Rede Social
Percebi é que perfis em redes sociais na Internet não devem ser usados para engrandecer ainda mais o Ego, a fama é pura ilusão, é uma forma de se enganar com um amor que não existe, não tem ternura, não tem afeto, é apenas exposição.
Esta exposição ainda excita nas pessoas ditas "amigas" a inveja, a cobiça, e outras facetas fabricadas novamente pelo Ego, tudo ilusão, tudo ilusão.
A felicidade não está ali e raramente momentos felizes vão acontecer numa rede social, sempre é só êxtase, é sempre só algo pequeno perto dos momentos felizes reais. Um perfil numa rede social só nos faz sentirmos bem quando damos moral, quando queremos mostrar algo para todo mundo, queremos nos sobressair, mas para quê? Para quê? Que ilusão. Propaganda pessoal, julgar quem é melhor do que quem, julgar que é mais inteligente, quem é mais bagunceiro, julgar erroneamente por não conhecer a pessoa na realidade.
No fundo queremos atenção, porque estamos carentes, e estamos novamente passando interesses pessoais a frente de outras coisas. Claro que, afirmo aqui, um perfil numa rede social também tem seu lado bom. O que não vale é se inteirar com as pessoas sentindo um retorno ilusório, tentado por mais que em pequena dose se sentir bem.
O perfil numa rede social não é uma vida, aquilo não somos nós, aquilo não anda de ônibus, aquilo não sofre, é apenas uma imagem numa tela de uma máquina, um álbum de fotografias PERDIDO num shopping, um caderno de anotações PERDIDO numa praça pública, é só exposição.
E propaganda, e pessoas sedentas de planos de marketing querendo uma parte da grana que você consegue na vida real, onde se sofre, se anda de ônibus.
Esta exposição ainda excita nas pessoas ditas "amigas" a inveja, a cobiça, e outras facetas fabricadas novamente pelo Ego, tudo ilusão, tudo ilusão.
A felicidade não está ali e raramente momentos felizes vão acontecer numa rede social, sempre é só êxtase, é sempre só algo pequeno perto dos momentos felizes reais. Um perfil numa rede social só nos faz sentirmos bem quando damos moral, quando queremos mostrar algo para todo mundo, queremos nos sobressair, mas para quê? Para quê? Que ilusão. Propaganda pessoal, julgar quem é melhor do que quem, julgar que é mais inteligente, quem é mais bagunceiro, julgar erroneamente por não conhecer a pessoa na realidade.
No fundo queremos atenção, porque estamos carentes, e estamos novamente passando interesses pessoais a frente de outras coisas. Claro que, afirmo aqui, um perfil numa rede social também tem seu lado bom. O que não vale é se inteirar com as pessoas sentindo um retorno ilusório, tentado por mais que em pequena dose se sentir bem.
O perfil numa rede social não é uma vida, aquilo não somos nós, aquilo não anda de ônibus, aquilo não sofre, é apenas uma imagem numa tela de uma máquina, um álbum de fotografias PERDIDO num shopping, um caderno de anotações PERDIDO numa praça pública, é só exposição.
E propaganda, e pessoas sedentas de planos de marketing querendo uma parte da grana que você consegue na vida real, onde se sofre, se anda de ônibus.
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segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Se você se diverte demais se prepare para se divertir de menos, na mesma quantidade.
Mas isso é a vida?
Não, não é. Toda vez que você fica muito feliz vai querer aquele momento novamente, mas estes momentos ocorrem do nada, sem planejar, onde todas as condições favorecem para isso. Ao planejar o mesmo momento ou algum parecido você estará tentando manipular o futuro e algumas coisas sempre estarão fora do domínio pessoal.
Um exemplo, bem peculiar: Você participou de uma festa e gostou muito dela, e quer ela de novo para viver aquele momento novamente, então você planeja a festa novamente com o máximo de coisas parecidas de novo. Ao realizar a festa vê que foi muito ruim e nem chegou perto da festa que você havia gostado e às vezes, se foi boa, foi muito diferente. Isso aconteceu porque o tempo muda as coisas, uma coisa que ocorreu não volta mais, ela é única. As pessoas passam por coisas diferentes, o que muda o humor e o estado de espírito delas, o ambiente muda, a temperatura muda, enfim, as condições necessárias para repetir o evento são impossíveis exatamente porque tempo consome espaço, e nesse caso, o espaço é o conhecimento da análise feita da antiga festa para então planejar a nova, assim ao tentar manipular/criar o evento novamente não dará certo, porque o próprio idealizador está contaminado com mais conhecimento do que tinha na primeira festa.
Complicado? Nem tanto. Basta pensar que momentos felizes são momentos felizes, ocorrem e acabam, apenas curta eles enquanto estiverem acontecendo, sem pensar que eles acabam, porque se começar a pensar assim os momentos felizes deixam de acontecer e se tornam frustração. Isto é uma das bases para a vida, que está em compreender a passagem da felicidade para a tristeza sem se frustrar com isso, quanto mais rápido aceitar que alguma coisa acaba, mais se está pronto e aberto para a próxima.
Então respondendo o que a frase "Se você se diverte demais se prepare para se divertir de menos, na mesma quantidade" quer dizer:
Quem cria isso somos nós mesmos, internamente não percebemos porque não nos auto-observamos, mas criamos dentro de nós expectativas e quando elas não acontecem como nós queremos, nos frustramos, mas de quem é a culpa da frustração: Nós mesmos.
Para quê criar uma expectativa que a imaginação só vai gerar com imagens e emoções do passado? Afinal é tudo que ela possui, nossa mente não possui imagens do futuro, são somente nossas experiências.
Estudando você mesmo irá descobrir coisas incríveis e deixará de sofrer por um montão de coisas.
E vamos em frente, o tempo assim, é nosso amigo.
Envelhecer é uma arte.
Não, não é. Toda vez que você fica muito feliz vai querer aquele momento novamente, mas estes momentos ocorrem do nada, sem planejar, onde todas as condições favorecem para isso. Ao planejar o mesmo momento ou algum parecido você estará tentando manipular o futuro e algumas coisas sempre estarão fora do domínio pessoal.
Um exemplo, bem peculiar: Você participou de uma festa e gostou muito dela, e quer ela de novo para viver aquele momento novamente, então você planeja a festa novamente com o máximo de coisas parecidas de novo. Ao realizar a festa vê que foi muito ruim e nem chegou perto da festa que você havia gostado e às vezes, se foi boa, foi muito diferente. Isso aconteceu porque o tempo muda as coisas, uma coisa que ocorreu não volta mais, ela é única. As pessoas passam por coisas diferentes, o que muda o humor e o estado de espírito delas, o ambiente muda, a temperatura muda, enfim, as condições necessárias para repetir o evento são impossíveis exatamente porque tempo consome espaço, e nesse caso, o espaço é o conhecimento da análise feita da antiga festa para então planejar a nova, assim ao tentar manipular/criar o evento novamente não dará certo, porque o próprio idealizador está contaminado com mais conhecimento do que tinha na primeira festa.
Complicado? Nem tanto. Basta pensar que momentos felizes são momentos felizes, ocorrem e acabam, apenas curta eles enquanto estiverem acontecendo, sem pensar que eles acabam, porque se começar a pensar assim os momentos felizes deixam de acontecer e se tornam frustração. Isto é uma das bases para a vida, que está em compreender a passagem da felicidade para a tristeza sem se frustrar com isso, quanto mais rápido aceitar que alguma coisa acaba, mais se está pronto e aberto para a próxima.
Então respondendo o que a frase "Se você se diverte demais se prepare para se divertir de menos, na mesma quantidade" quer dizer:
Quem cria isso somos nós mesmos, internamente não percebemos porque não nos auto-observamos, mas criamos dentro de nós expectativas e quando elas não acontecem como nós queremos, nos frustramos, mas de quem é a culpa da frustração: Nós mesmos.
Para quê criar uma expectativa que a imaginação só vai gerar com imagens e emoções do passado? Afinal é tudo que ela possui, nossa mente não possui imagens do futuro, são somente nossas experiências.
Estudando você mesmo irá descobrir coisas incríveis e deixará de sofrer por um montão de coisas.
E vamos em frente, o tempo assim, é nosso amigo.
Envelhecer é uma arte.
Crises e Vendavais!
Deus, porque isso?
Tá, já sei, porque eu tenho que passar por isso, tudo bem.
Já nem tenho pensamentos insanos, só quero que o tempo passe, claro, sem deixar minhas coisas atrasarem com ele, mas preciso que o bolo malvado psicológico morra.
Preciso de momentos de paz, cada vez mais.
Não tenho gostado de acordar e lembrar do mundo físico.
Tá, já sei, porque eu tenho que passar por isso, tudo bem.
Já nem tenho pensamentos insanos, só quero que o tempo passe, claro, sem deixar minhas coisas atrasarem com ele, mas preciso que o bolo malvado psicológico morra.
Preciso de momentos de paz, cada vez mais.
Não tenho gostado de acordar e lembrar do mundo físico.
domingo, 31 de julho de 2011
Nova visão de família
A família é bom sim, sei que viver preso com ela não é nada fácil, mas a ajuda mútua existente dentro de uma casa pode ser muito benéfica, basta aprender a negociar: -Posso fazer isso? Aí você faz isso...
Sempre se encontra um ponto onde o benefício vem mútuo.
É bom saber recompensar o que é emprestado e a ajuda, mantendo assim o clima, é sempre favorável ao conforto. A paz sempre é a principal força a ser encontrada.
Enquanto não se tem pra onde ir ou não se sabe bem ao certo o que quer para o futuro, é bom estar ali, ter um cantinho mais aconchegante, um mundo mais ou menos controlado por você para você fazer planos para sua vida.
Sim, tem pessoas pra te atormentar, ou quem sabe, para te ajudar a aturar as pessoas no trabalho. Afinal aprendendo a lidar com elas você estará apto a lidar com as pessoas externas a sua casa.
É necessário conservar, mesmo contra a vontade em certos momentos, a família de mesmo sangue, afinal, no fundo, são as únicas que não te jogaram no lixo caso você venha a se tornar um. Vi que tudo depende de mim, aceitar a ajuda ou não.
Na segunda forma, o mundo se encarrega de levar o lixo até o lixo.
E se sua família jogar você no lixo também?
Pois é, se isso ocorrer quem terá que aprender é a família, a lidar com os novos fatos, evoluindo. Acho que nunca devemos ser covardes e entregar a verdade, mesmo que isso faça que eu seja jogado no lixo. Afinal a dor será em ambos, mas ela passa, o tempo é um senhor e tanto e faz tudo apaziguar e se não, não me preocupo, a coragem demonstrada é superior a tudo, significa que meu valor como ser humano é muito maior do que eu imaginava, do que qualquer pessoa imaginava. É, é hora da verdade.
Não ter medo de sofrer foi uma das minhas primeiras lições.
Apos acontecer vamos ver quem aceita primeiro.
Após acontecer vamos ver quem ri primeiro.
Sempre se encontra um ponto onde o benefício vem mútuo.
É bom saber recompensar o que é emprestado e a ajuda, mantendo assim o clima, é sempre favorável ao conforto. A paz sempre é a principal força a ser encontrada.
Enquanto não se tem pra onde ir ou não se sabe bem ao certo o que quer para o futuro, é bom estar ali, ter um cantinho mais aconchegante, um mundo mais ou menos controlado por você para você fazer planos para sua vida.
Sim, tem pessoas pra te atormentar, ou quem sabe, para te ajudar a aturar as pessoas no trabalho. Afinal aprendendo a lidar com elas você estará apto a lidar com as pessoas externas a sua casa.
É necessário conservar, mesmo contra a vontade em certos momentos, a família de mesmo sangue, afinal, no fundo, são as únicas que não te jogaram no lixo caso você venha a se tornar um. Vi que tudo depende de mim, aceitar a ajuda ou não.
Na segunda forma, o mundo se encarrega de levar o lixo até o lixo.
E se sua família jogar você no lixo também?
Pois é, se isso ocorrer quem terá que aprender é a família, a lidar com os novos fatos, evoluindo. Acho que nunca devemos ser covardes e entregar a verdade, mesmo que isso faça que eu seja jogado no lixo. Afinal a dor será em ambos, mas ela passa, o tempo é um senhor e tanto e faz tudo apaziguar e se não, não me preocupo, a coragem demonstrada é superior a tudo, significa que meu valor como ser humano é muito maior do que eu imaginava, do que qualquer pessoa imaginava. É, é hora da verdade.
Não ter medo de sofrer foi uma das minhas primeiras lições.
Apos acontecer vamos ver quem aceita primeiro.
Após acontecer vamos ver quem ri primeiro.
sábado, 30 de julho de 2011
Negatividade e muito rock.
e tornar cético para negatividade ajudou-me muito tempo, mas quando se cai um tombo grande e fica difícil se levantar realmente parece que algo encostou na gente, é hora de fugir por um tempo das coisas de "mau agouro". Livros, sites, músicas que falam sobre coisas negativas, que estão desenhando o mal, que estimulem raiva, que estimule medo, que estimule vazio. Porque realmente não te ajudam a se levantar, apenas a te conservar ali, num ponto parado e você acaba se acostumando.
Aos 11 anos conheci o que era o mal de verdade, algo horrível que não vou contar aqui.
Lá pelos 14 anos, já superado, primeiro emprego de carteira assinada, 89 fm era a rádio rock. Tudo começou com músicas rock, Ramones, Iron Maiden, Metallica e outros mais pesados e menos pesados. A influência rock caiu sobre minha vida.
Bom na verdade eu aceitei a influência muito bem porque minha mãe ouvia The Cure, U2, Madonna, Cindy Lauper, A-Ha, Tears For Fears e outros anos 80 desde que eu era pequeno, eram canções inclusas em novelas, minisséries, mas voltemos aos 14 anos.
Me lembro da época em que escutava Pink Floyd - The Wall todos os dias, e ia dormir sempre escutando Hey You, angustiáva-me com Confortably Numb, como se não houvesse mais chance, como o "não tem solução" fosse algo determinado, era muito triste, os dias se passavam e cada vez mais eu me acostumava com toda tristeza, meus amigos em drogas, aventuras perigosas, matando aula, o mundo decaindo, gente me traindo, cada vez tudo foi indo pra baixo, presenciando ataques causado por drogas (talvez por isso eu tenha me mantido com medo disso), amigos indo embora (sim, ele se foi, teve coragem de se enforcar na casa da vó, me deixou dois CD, um do Ozzy Ousborne e um do Rush, músicas que curtíamos na época, CD que seriam vendidos com certeza para mais drogas).
Aí então vieram as músicas do Legião Urbana, puxa que fase, só que depois da era Rock no ensino médio a era Legião Urbana/The Doors/Ramones me deu uma outra surpresa, a primeira decepção amorosa. Tudo bem, bastou 1 ano e pouco para superar. Só que The Doors e sua loucura foram sacrificados por isso, até hoje as lembranças vem a mente, bom, hoje esse som não me faz falta.
Segui minha vida para o trabalho e mais nada além dele, em paralelo ia estudando música, comecei no teclado do computador, comecei violão com um amigo (que no Liceu me emprestava os CD do Legião), voltei para o teclado/piano e segui para a faculdade.
Após um bom tempo o que aprendi foi que é necessário um exílio destas coisas, e também dos pensamentos que atormentam, más lembranças, "filminhos mentais" e todo um bolo de coisas que o cérebro é capaz de ficar martirizando isso na mente. Porque isso só mantém você no lodo.
Para acabar com esse filminhos/vozes/tormentos a auto observação é importantíssima, aprendi que basta ficar sondando o que você está pensando, e quando perceber algumas destas coisas (filminhos, lembranças, brigas, etc) basta pedir para que elas sejam destruídas, que sejam desintegradas, usando o um nome divino que você goste. Quanto mais você treina, mais você consegue.
O mesmo vale para inveja, ciúmes, e os 7 pecados capitais, enfim, tudo que seja mal. Descobri que o mal mora em nós quando nós estamos manipulados por estas personas do Ego.
No final sobra só você, em paz. E sua vida começa a melhorar. Sua vontade volta e você começa a contagiar as pessoas com otimismo. Enfim, eu deixei de me sentir um lixo e comecei a me sentir útil.
Isso foi muito importante pra mim.
Não quer dizer que tenha me convertido, mas encontrei um Deus muito além do Deus que é pregado por aí.
Aos 11 anos conheci o que era o mal de verdade, algo horrível que não vou contar aqui.
Lá pelos 14 anos, já superado, primeiro emprego de carteira assinada, 89 fm era a rádio rock. Tudo começou com músicas rock, Ramones, Iron Maiden, Metallica e outros mais pesados e menos pesados. A influência rock caiu sobre minha vida.
Bom na verdade eu aceitei a influência muito bem porque minha mãe ouvia The Cure, U2, Madonna, Cindy Lauper, A-Ha, Tears For Fears e outros anos 80 desde que eu era pequeno, eram canções inclusas em novelas, minisséries, mas voltemos aos 14 anos.
Me lembro da época em que escutava Pink Floyd - The Wall todos os dias, e ia dormir sempre escutando Hey You, angustiáva-me com Confortably Numb, como se não houvesse mais chance, como o "não tem solução" fosse algo determinado, era muito triste, os dias se passavam e cada vez mais eu me acostumava com toda tristeza, meus amigos em drogas, aventuras perigosas, matando aula, o mundo decaindo, gente me traindo, cada vez tudo foi indo pra baixo, presenciando ataques causado por drogas (talvez por isso eu tenha me mantido com medo disso), amigos indo embora (sim, ele se foi, teve coragem de se enforcar na casa da vó, me deixou dois CD, um do Ozzy Ousborne e um do Rush, músicas que curtíamos na época, CD que seriam vendidos com certeza para mais drogas).
Aí então vieram as músicas do Legião Urbana, puxa que fase, só que depois da era Rock no ensino médio a era Legião Urbana/The Doors/Ramones me deu uma outra surpresa, a primeira decepção amorosa. Tudo bem, bastou 1 ano e pouco para superar. Só que The Doors e sua loucura foram sacrificados por isso, até hoje as lembranças vem a mente, bom, hoje esse som não me faz falta.
Segui minha vida para o trabalho e mais nada além dele, em paralelo ia estudando música, comecei no teclado do computador, comecei violão com um amigo (que no Liceu me emprestava os CD do Legião), voltei para o teclado/piano e segui para a faculdade.
Após um bom tempo o que aprendi foi que é necessário um exílio destas coisas, e também dos pensamentos que atormentam, más lembranças, "filminhos mentais" e todo um bolo de coisas que o cérebro é capaz de ficar martirizando isso na mente. Porque isso só mantém você no lodo.
Para acabar com esse filminhos/vozes/tormentos a auto observação é importantíssima, aprendi que basta ficar sondando o que você está pensando, e quando perceber algumas destas coisas (filminhos, lembranças, brigas, etc) basta pedir para que elas sejam destruídas, que sejam desintegradas, usando o um nome divino que você goste. Quanto mais você treina, mais você consegue.
O mesmo vale para inveja, ciúmes, e os 7 pecados capitais, enfim, tudo que seja mal. Descobri que o mal mora em nós quando nós estamos manipulados por estas personas do Ego.
No final sobra só você, em paz. E sua vida começa a melhorar. Sua vontade volta e você começa a contagiar as pessoas com otimismo. Enfim, eu deixei de me sentir um lixo e comecei a me sentir útil.
Isso foi muito importante pra mim.
Não quer dizer que tenha me convertido, mas encontrei um Deus muito além do Deus que é pregado por aí.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Alguns pontos que aprendi
Na decepção com a vida:
A ajuda mútua é essencial, é necessário estar um mínimo conectado com alguns amigos e realmente se abrir um pouquinho para eles, de preferência alguém que já tenha passado pelo mesmo ou que lhe ajude com uma visão acima do que você conhece.
Todos precisamos nos ajudarmos, e isso ocorre todos os dias, são pessoas que não desistiram da vida e estão trabalhando e mantendo o humor com tudo, dirigindo ônibus, consertando eletrônicos, tratando água, sendo médicos.
Também é necessário um mínimo de fé em Deus, sem esse mínimo é impossível encontrar um caminho que pareça iluminado, felizmente os ateus estão errados, mas não porque seja tudo mecânico e não exista um Deus, mas simplesmente porque Deus que a maioria procura não existe, é imensurável, não notável, infinito e fora da nossa compreensão e aprendi também que é assim que deve ser, sem compreensão, ainda não estamos prontos para compreender.
Sem estas coisas acima você vai cair no fundo mesmo, no fundo do poço, e lá não irá ter água, irá ter lama e mais ainda, terá coisas estranhas lhe puxando para afundar nessa lama. Só quando você compreender porque está ali é que a lama some.
Verdades comprovadas esse ano:
"A verdade dói, a mentira mata, mas só a dúvida tortura."
"Não é porque você caiu que você deve continuar no chão."
"Amor é tudo que você precisa, tudo que você precisa é amor." (Essa Nietzsche acabou me ensinando, não ele diretamente, mas sim, a visão que ele passou do mundo, consegui vencer o desprezo pela sociedade e entende-la novamente, só que agora de outra forma)
Não precisamos de muito para viver, viver conectado ao mundo natural e as pessoas é algo suficiente para ser muito feliz. Daí então você pode continuar a fazer suas coisas bobas de sempre e talvez investir um pouco em criatividade, música, desenho, pintura, que isso lhe dará um retorno agradável e continuará cultivando a paz.
Sei que trabalhar duro, como um camelo não é nada saudável, mas você pode diminuir o ritmo, descer o nível, estudar por um tempo e mais tarde retorna para um nível superior. Fiz isso quando passei de trabalhar de um supermercado para estagiar ganhando nada, fiquei 5 meses com seguro desemprego, pagando o resto do técnico, depois 4 meses desempregado, por fim, devido ao bom trabalho exercido fui chamado na empresa que queria tanto trabalhar.
A ajuda mútua é essencial, é necessário estar um mínimo conectado com alguns amigos e realmente se abrir um pouquinho para eles, de preferência alguém que já tenha passado pelo mesmo ou que lhe ajude com uma visão acima do que você conhece.
Todos precisamos nos ajudarmos, e isso ocorre todos os dias, são pessoas que não desistiram da vida e estão trabalhando e mantendo o humor com tudo, dirigindo ônibus, consertando eletrônicos, tratando água, sendo médicos.
Também é necessário um mínimo de fé em Deus, sem esse mínimo é impossível encontrar um caminho que pareça iluminado, felizmente os ateus estão errados, mas não porque seja tudo mecânico e não exista um Deus, mas simplesmente porque Deus que a maioria procura não existe, é imensurável, não notável, infinito e fora da nossa compreensão e aprendi também que é assim que deve ser, sem compreensão, ainda não estamos prontos para compreender.
Sem estas coisas acima você vai cair no fundo mesmo, no fundo do poço, e lá não irá ter água, irá ter lama e mais ainda, terá coisas estranhas lhe puxando para afundar nessa lama. Só quando você compreender porque está ali é que a lama some.
Verdades comprovadas esse ano:
"A verdade dói, a mentira mata, mas só a dúvida tortura."
"Não é porque você caiu que você deve continuar no chão."
"Amor é tudo que você precisa, tudo que você precisa é amor." (Essa Nietzsche acabou me ensinando, não ele diretamente, mas sim, a visão que ele passou do mundo, consegui vencer o desprezo pela sociedade e entende-la novamente, só que agora de outra forma)
Não precisamos de muito para viver, viver conectado ao mundo natural e as pessoas é algo suficiente para ser muito feliz. Daí então você pode continuar a fazer suas coisas bobas de sempre e talvez investir um pouco em criatividade, música, desenho, pintura, que isso lhe dará um retorno agradável e continuará cultivando a paz.
Sei que trabalhar duro, como um camelo não é nada saudável, mas você pode diminuir o ritmo, descer o nível, estudar por um tempo e mais tarde retorna para um nível superior. Fiz isso quando passei de trabalhar de um supermercado para estagiar ganhando nada, fiquei 5 meses com seguro desemprego, pagando o resto do técnico, depois 4 meses desempregado, por fim, devido ao bom trabalho exercido fui chamado na empresa que queria tanto trabalhar.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
A Busca
Sempre procurei algo estável, para se viver até o fim da vida, aceitando todos os defeitos, porque é isso que faz a vida ser interessante. Porém, quando eu aceito tudo e vou me adaptando parece que perdem o interesse em mim, parece que querem realmente uma pessoa individualista, que sabe o quer e o que extrair da vida. Mas essa parte também não deu certo, se eu chego confiante demais, as pessoas acham que nunca vão me alcançar e se descartam, mas também esquecem de analisar o quanto trabalhei, produzi e fiz para conseguir e chegar até onde estou. Simplesmente não perguntam e se afastam. Parece ter preguiça, ou falta de vontade, talvez achem que dá muito trabalho me conquistar, rs.
Simplesmente me veem como um ET, alguém que nasceu cheio de dons e impossível de alcançar. Porém, não é assim, eu só não tive preguiça para nada, só me sacrifiquei por vários ideais e valores que considerava bons, para atender a sociedade mesmo, e fui reconhecido diversas vezes, mesmo não ligando muito para o reconhecimento, foi bom, provei meu valor, me respeitam por isso. Passei finais de semana inteiro estudando, esquecendo coisas passadas, esquecendo emoções.
Simplesmente me veem como um ET, alguém que nasceu cheio de dons e impossível de alcançar. Porém, não é assim, eu só não tive preguiça para nada, só me sacrifiquei por vários ideais e valores que considerava bons, para atender a sociedade mesmo, e fui reconhecido diversas vezes, mesmo não ligando muito para o reconhecimento, foi bom, provei meu valor, me respeitam por isso. Passei finais de semana inteiro estudando, esquecendo coisas passadas, esquecendo emoções.
Concluindo mais algumas coisas
Concluindo mais algumas coisas: Quanto mais para o lado positivo você se aproxima, mais as coisas positivas chegam até você, de uma forma ou de outra. No início elas chegam distorcidas, ainda alteradas pelo negativo, mas tudo depois tende a melhorar.
Quanto mais rápido você aceita uma situação, menos sofre e mais rápido ela tende para mudança para algo melhor.
Quando você mata a sombra da paixão, resta o amor verdadeiro. O primeiro é egoísta, o segundo, altruísta.
Felizmente de volta ao equilíbrio.
Quanto mais rápido você aceita uma situação, menos sofre e mais rápido ela tende para mudança para algo melhor.
Quando você mata a sombra da paixão, resta o amor verdadeiro. O primeiro é egoísta, o segundo, altruísta.
Felizmente de volta ao equilíbrio.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Algumas conclusões,
Para chegar as últimas conclusões tive muita revolta, muita mesmo, além disso entrei desta vez mais a fundo em paranoias intermináveis, neuroses estranhas e distorcidas, mensagens mentais acontecendo na realidade. Dormia, sonhava pesadelos, me assustava com o que via, tinha dó, compaixão, paixão, amor, uma mistureba gigante de emoções, todas num bolo só, que envolveu exatamente tudo desta vez, não sobrou nada de lado onde eu pudesse me apegar e dizer, isso aqui é palpável.
Haaaa eu levei tanto tempo para estar equilibrado emocionalmente, ter encontrado a paz, uma forma de ver a vida que era ótima, tudo em paz, tudo estava do jeito que deveria estar, o perdão era para todos, a sociedade estava mais do que bem para mim foi aí então que fui procurar algo a mais, foi aí então que de novo fui procurar e deixei-me novamente me envolver emocionalmente.
Toda a parte de exatas, matemática, cálculo, faculdade, isso tudo foi muito fácil depois da primeira balançada do emocional, só não esperava passar de novo por outra balançada emocional. A parte física do mundo parece ser fácil quando o pior, decepções emocionais, passam. Se eu passei novamente por isso quer dizer que ainda tenho muito que aprender.
Ainda bem que o tempo cura as feridas, mas o sacana do tempo também me leva minha própria vivência nele, então nada mais lógico que forçar mentalmente algo que não é necessário sofrer para aprender, uma vez que já tenha aprendido, pode aceitar. Como você sabe que aprendeu? Quando você aceita o que aconteceu.
Quando você pode explicar o que sentiu é porque já não sente mais, bobeira insistir em algo que já sabe o resultado.
Parece que quanto mais você aceita a condição em que está, mais ela melhora abrindo portas para novos desafios.
Haaaa eu levei tanto tempo para estar equilibrado emocionalmente, ter encontrado a paz, uma forma de ver a vida que era ótima, tudo em paz, tudo estava do jeito que deveria estar, o perdão era para todos, a sociedade estava mais do que bem para mim foi aí então que fui procurar algo a mais, foi aí então que de novo fui procurar e deixei-me novamente me envolver emocionalmente.
Toda a parte de exatas, matemática, cálculo, faculdade, isso tudo foi muito fácil depois da primeira balançada do emocional, só não esperava passar de novo por outra balançada emocional. A parte física do mundo parece ser fácil quando o pior, decepções emocionais, passam. Se eu passei novamente por isso quer dizer que ainda tenho muito que aprender.
Ainda bem que o tempo cura as feridas, mas o sacana do tempo também me leva minha própria vivência nele, então nada mais lógico que forçar mentalmente algo que não é necessário sofrer para aprender, uma vez que já tenha aprendido, pode aceitar. Como você sabe que aprendeu? Quando você aceita o que aconteceu.
Quando você pode explicar o que sentiu é porque já não sente mais, bobeira insistir em algo que já sabe o resultado.
Parece que quanto mais você aceita a condição em que está, mais ela melhora abrindo portas para novos desafios.
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domingo, 24 de julho de 2011
A TV
Talvez eu tenha ficado frio demais e com medo demais de me envolver em relacionamentos humanos. Foi quando a vida começou a ter uma leve queda que ir perder a graça e que se sentir vivo era realmente viver emoções, foi quando vi que todos estavam procurando emoções para se sentir vivo, onde as pessoas assistem as novelas e não percebem que ali é uma emoção que se vivida realmente é forte e além disso, nas novelas, são uma atrás da outra, tudo acontecendo quase que ao mesmo tempo. As pessoas assistem e mal sabem que no fundo desejam vivê-las, a TV as engana, lhe dá uma pequena parte do que é viver, cultiva o medo do que está la fora no mundo, vende produtos, diz que você deve trabalhar certinho ("o trabalho enobrece o homem"), mostra pessoas bem sucedidas na TV, congratula os próprios da TV, como se outra profissão não fosse importante e todos ficam que nem zumbis discutindo a vida dos televisionados, como se tivessem julgando o mundo. Adquirindo um Ego ruim.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
"Se foda"
Odeio a parte do "se foda", ligar isso quer dizer que você está arriscando sem planejar. É porque odeio arriscar, é tanto medo, é tanta apreensão e ansiedade que é realmente um estado de desconforto para mim. Porém já fiz várias vezes isso na vida. Para arriscar eu sempre segui conselhos de pessoas que pareciam saber de algo a mais (depois descobri que eram tão crianças quanto eu) e eu achando que existia ali uma certa solidez, porém, nada, eram instáveis também, mas aí vi que essas mensagens e conselhos apareciam em todo lugar, comecei a reparar no mundo, pessoas falando na rua que não tinham nada haver soltavam frases nas conversas que tinha tudo haver com o que eu estava ou iria fazer.
As vezes é necessário o "se foda" para que isto sirva de pequena energia para arriscar. No fundo é medo, medo do futuro, mas se você ver bem, somos culpados, se criamos expectativas e depois não acontece nada, quem se frustra somos nós, mas não fomos nós mesmos que fizemos isso?
As vezes é necessário o "se foda" para que isto sirva de pequena energia para arriscar. No fundo é medo, medo do futuro, mas se você ver bem, somos culpados, se criamos expectativas e depois não acontece nada, quem se frustra somos nós, mas não fomos nós mesmos que fizemos isso?
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Interior panelinha
O Interior tem uma vida muito mais saudável, muito mais amigável, respeitadora e mais a vontade.
Não tem os eventos e movimentos da capital, mas basta pegar o ônibus e ir para a capital.
Claro que no interior algumas pessoas, tentando pegar tudo para elas, ou tentando controle, fazem panelinhas e se tornam as ricas da cidade, em clubes fechados, organizados para rejeitar os que não a ele pertence, porém se comparado com a capital não são violentos, podem até cometer atrocidades, mas basta desmascarar a sujeira (em cidade pequena a divulgação é grande) tudo se torna calmo e tranquilo novamente, reestabelecendo respeito. E esse pessoal também enfrenta problemas, como doenças, má conduta de pessoas da família, etc., no final todos estão aprendendo.
Isso é ruim para eu que vivo num mundo fechado, todos querem saber o que há, porque devo algumas satisfações, mas com o tempo as pessoas passam a lhe respeitar de igual para igual. Vi que posso ser misterioso, todos podem falar de mim por trás, mas realizo meu trabalho com o que estudei e me respeitam por isso e até alguns precisam dele, isso é bom. Só é chato ser chamado numa hora ruim, mas aí você dá uma desculpa social e tudo volta ao normal.
As panelinhas sempre vão existir, infelizmente, fofocas sempre vão rolar, mas nada como se apresentar bem e trabalhar bem para calar a boca das más e venenosas línguas.
No final tudo fica bem, porque a conversa no interior é mais light.
(Me refiro ao interior de São Paulo)
Não tem os eventos e movimentos da capital, mas basta pegar o ônibus e ir para a capital.
Claro que no interior algumas pessoas, tentando pegar tudo para elas, ou tentando controle, fazem panelinhas e se tornam as ricas da cidade, em clubes fechados, organizados para rejeitar os que não a ele pertence, porém se comparado com a capital não são violentos, podem até cometer atrocidades, mas basta desmascarar a sujeira (em cidade pequena a divulgação é grande) tudo se torna calmo e tranquilo novamente, reestabelecendo respeito. E esse pessoal também enfrenta problemas, como doenças, má conduta de pessoas da família, etc., no final todos estão aprendendo.
Isso é ruim para eu que vivo num mundo fechado, todos querem saber o que há, porque devo algumas satisfações, mas com o tempo as pessoas passam a lhe respeitar de igual para igual. Vi que posso ser misterioso, todos podem falar de mim por trás, mas realizo meu trabalho com o que estudei e me respeitam por isso e até alguns precisam dele, isso é bom. Só é chato ser chamado numa hora ruim, mas aí você dá uma desculpa social e tudo volta ao normal.
As panelinhas sempre vão existir, infelizmente, fofocas sempre vão rolar, mas nada como se apresentar bem e trabalhar bem para calar a boca das más e venenosas línguas.
No final tudo fica bem, porque a conversa no interior é mais light.
(Me refiro ao interior de São Paulo)
A cidade do Ego
Vejo São Paulo como a cidade do culto ao Ego, todos muito bem vestidos, cheio de relações importantes, jeitos de viver alternativos, rejeitando olhares, confiantes de si, mas muito pobres de espírito. Todos ali competindo por um lugar ilusório, por um pódio, que na verdade ele nem existe, porque o prêmio é tão ilusório quanto a ideia de que ele exista.
Pessoas que mais tarde descobrem que o encontro com a natureza é ótimo, que a vida é ótima no interior, que elas podem supostamente estarem sobrevivendo e não vivendo, mas pra que dar braço a torcer? "O Diabo Veste Prada" e todo mundo quer ser daquela forma.
O Ego prevalece, sociabilidade sem compromisso, ser social, amigável, bem visto, porém sem compromisso com ninguém, sem se esquentar com ninguém, uma maneira egoísta e egocêntrica de pensar, e quase nunca estão errados, e quase nunca é orgulho, e quase sempre tudo pode ferir a honra. Humildade? Sim, falta.
E o povinho pobre nas calçadas? Eles têm alguma chance? Só devem sobreviver, até terem um ato nobre de quererem mudar de vida. É necessário muita força de vontade, muita mesmo. E também, ajuda.
São Paulo capital é uma cidade do desprezo. Pessoas andam lado a lado, não se cumprimentam, criam laços estranhos, mas nada é tão firme, nada é tão recompensador, sem existe medo, desconfiança e decepção.
Pessoas que mais tarde descobrem que o encontro com a natureza é ótimo, que a vida é ótima no interior, que elas podem supostamente estarem sobrevivendo e não vivendo, mas pra que dar braço a torcer? "O Diabo Veste Prada" e todo mundo quer ser daquela forma.
O Ego prevalece, sociabilidade sem compromisso, ser social, amigável, bem visto, porém sem compromisso com ninguém, sem se esquentar com ninguém, uma maneira egoísta e egocêntrica de pensar, e quase nunca estão errados, e quase nunca é orgulho, e quase sempre tudo pode ferir a honra. Humildade? Sim, falta.
E o povinho pobre nas calçadas? Eles têm alguma chance? Só devem sobreviver, até terem um ato nobre de quererem mudar de vida. É necessário muita força de vontade, muita mesmo. E também, ajuda.
São Paulo capital é uma cidade do desprezo. Pessoas andam lado a lado, não se cumprimentam, criam laços estranhos, mas nada é tão firme, nada é tão recompensador, sem existe medo, desconfiança e decepção.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Solidão
Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo...
isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar...
isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe às vezes, para realinhar os pensamentos...
isto é equilíbrio.
Tampouco é a pausa involuntária que o destino nos impõe compulsoriamente, para que revejamos a nossa vida...
isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado...
isto é circunstância.
Solidão é muito mais que isto...
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão, pela nossa Alma!
(Página 79 do Livro Palavras Para Entorpecer o Coração)
Fátima Irene Pinto
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Mudar para ser mais rápido e volátil?
Eu acho que largar tudo, sair da segurança, mínima que se tenha, não é algo tão saudável. Você somente deve arriscar se tiver um lugar para voltar caso não dê certo.
Porque o mundo não é assim tão tolerante, ao ver você como novo no pedaço, descobrindo um novo mundo, ele lhe deixará um tanto no sofrimento, já que é tão difícil confiar em alguém e lhe oferecer abrigo nessas épocas (abrigo em todos os sentidos).
Além disso será filtrado pela experiência, quem largou uma vez pode largar de novo, quem se aventurou pode querer se aventurar de novo, ainda mais quando se deu muito bem na aventura.
Porém em algumas partes da sociedade já se vê a preocupação com pessoas que não duram nos empregos, que não duram em relações e são independentes sentimentalmente, porém há de se notar o grande número de pessoas ficando doente por estarem sozinhas, por terem medo de ter enfrentado as emoções, se esquecendo de nutrir a alma e chegando a meia vida sem um objetivo de vida além do que o próprio trabalho.
A aventura deve completar sua alma, deve ser para enfrentar seus sentimentos e não somente por um emprego bom ou um forma de vida mais pop.
A forma antiga de se viver ainda dá certo, ainda somos humanos com instinto, porém atualmente, com uma dificuldade enorme de relacionamento social, causado pela inserção da máquina na sociedade, que esculhambou expondo-nos, logo criamos avatares para nos proteger e vivemos jogando na realidade com eles, sem expor o que verdadeiramente é nossa essência, dificultando os relacionamentos.
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
Não pense, viva.
É que algumas coisas não devem ser colocadas na cabeça, se não viram paranoia. É melhor saber delas em paralelo com o que você sabe, sem deixar a nova informação atingir sua base.
Assim você terá tempo de viver e verificar se a nova informação pode ser aplicada ou não.
Quando se pensa demais pode cair em desânimo caso você desista, e o desânimo é a pior derrota, nada mais lhe sobra. Se você não ficar pensando em qual caminho seguir e seguir por um, ao menos está em um, quando descobrir qual é o seu, você muda, mas enquanto não, você continua no que está seguindo sem se questionar muito e sem desistir, vai seguindo nele e vendo alguns paralelos. Se você não gostar de nenhum, quem sabe no que você está não é o que é melhor para você no momento, pelo menos no final dele você terá percorrido um.
Então não pense, viva!
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Primeiros Erros (by Kiko Zambianchi)
Meu caminho é cada manhã
Não procure saber onde vou
Meu destino não é de ninguém
Eu não deixo os meus passos no chão
Se você não entende, não vê
Se não me vê, não entende
Não procure saber onde estou
Se o meu jeito te surpreende
Se o meu corpo virasse sol
Minha mente virasse sol
Mas só chove e chove
Chove e chove
Se um dia eu pudesse ver
Meu passado inteiro
E fizesse parar chover
Nos primeiros erros
O meu corpo viraria sol
Minha mente viraria
Mas só chove e chove
Chove e chove
Letra da música: Primeiros Erros (by Kiko Zambianchi)
Não procure saber onde vou
Meu destino não é de ninguém
Eu não deixo os meus passos no chão
Se você não entende, não vê
Se não me vê, não entende
Não procure saber onde estou
Se o meu jeito te surpreende
Se o meu corpo virasse sol
Minha mente virasse sol
Mas só chove e chove
Chove e chove
Se um dia eu pudesse ver
Meu passado inteiro
E fizesse parar chover
Nos primeiros erros
O meu corpo viraria sol
Minha mente viraria
Mas só chove e chove
Chove e chove
Letra da música: Primeiros Erros (by Kiko Zambianchi)
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Perda da consistência
Talvez dessa última vez eu tenha exagerado na dose.
Conceitos demais de filosofia podem deixar confuso, mas encontramos a saída ou simplesmente paramos de estudá-la aguardando um momento de melhor compreensão. Mas às vezes alguns conceitos de filosofia lidos e você fora do ambiente que gera aquele conceito passa despercebido. Somente quando você está no ambiente é que você faz a associação daquilo que estudou com a realidade e aí já é tarde demais, principalmente se você se envolve e se perde, não roda em separado em sua mente e você acaba criticando a sua própria base de formação, incluindo-se no objeto de análise e vivendo realmente o que você estava estudando.
Quando estamos escrevendo uma história (vivendo algo novo) e acabamos entrando e se envolvendo nela é complicado, porque você participa da história e logo terá que encontrar a saída junto com os personagens e ainda mais, precisará da ajuda e do empenho deles para que a saída do problema seja encontrada.
Alguns dias atrás eu estava totalmente sem controle de qualquer coisa que fosse estável em minha mente, pela primeira vez em muitos e muitos anos eu não tinha ficado nessa situação. Todas as ideias, ideais, supostas certezas e fatos passaram a flutuar sem base alguma para se justificar como existentes ou mesmo ainda uma base para aterrizar.
O mundo realmente estava sendo mostrado em seu pior lado, quando já estamos convencidos de que ele não vale a pena e que está tudo perdido para ser recuperado e nada, mas nada mesmo compensa e deve ser salvo. Era algo para se dizer: Meu Deus, o mal existe!
Mas que bom, que hoje estou bem melhor. E eu já salvaria algumas pessoas, rs, mesmo estando contaminadas, enfim, no mínimo tentar salvá-las. E não estou julgando elas, falo das tristes.
Salva-las de quê?
De viverem a margem da vida, sem conhecer nem um pingo de felicidade, quando a luz já se apagou e nada faz essa luz voltar.
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
Algum outro lugar. Quem sabe em outros tempos.
Quando a sociedade foi se formando alguns tiveram medo do descontrole e criaram regras para que tudo se generalizasse e contivesse procedimentos padrões para que não precisassem pensar quando tivessem que julgar algum ato incorreto de algum indivíduo dessa sociedade. Então quanto mais acomodados ficavam mais tinham medo de se esforçar, e mais regras eram feitas e padrões impostos em controle mental. Esses padrões e valores evoluíram condenando os diferentes, afinal como ter o controle de uma massa se algo impuro pode contaminar tudo para o caos aparecer?
Alguns indivíduos não sabendo exatamente do que se tratava, só sentiam que haviam uma pressão neles muito mais do que em outros, essa pressão estava de encontro com a condição diferente que eles possuíam, então as pessoas encontram 3 formas de vencer essa pressão:
Primeira: eles se transformam em celebridades distorcidas e com comportamento fora do padrão social, sendo até admirados pela sociedade, às vezes pela coragem de terem sido autênticos e se tornam objetos únicos no mundo, livres de contaminar o resto.
Segunda: se transformam em algo que a maioria da sociedade despreza, vivendo revoltados e sempre querendo serem aceitos da forma que são.
Terceira: se fecham e criam um avatar mental, podem desprezar os grupos das primeiras formas e obedecem fielmente as leis mais importantes da sociedade e logo começam a apontar erros e falhas nela e em outros indivíduos, como num ato de revolta pelo motivo da sociedade ter tal pressão que não os deixem serem felizes como devem ser. Na verdade esse último tipo odeia o fato de serem diferentes, talvez pelo tratamento que eles veem sendo dado aos outros diferentes ou ainda por ter vergonha da revolta dos outros diferentes.
Mas essa última forma é mais complicada que isto ainda e isto dá um post somente sobre eles.
Tudo isto é apenas um nível do problema.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
#sinalDeVida
Eu ainda estou no sistema, porém ainda oculto.
É tão difícil tentar participar do mundo, é como se render a ser iludido esperando que realmente a ilusão possa fazer parte da realidade, para assim, compartilhar de algo que me inclua na sociedade mas sem eu saber que é alienação. Espero que o envolvimento na ilusão proposta pela sociedade me entorpeça e faça eu realmente acreditar que essas ilusões são verdadeiras. Se não for, irei então jogar, afinal, felizmente, bons tempos têm acontecido e acho que meu ciclo de busca pelo conhecimento foi interrompido.
Finalmente eu saio de um ciclo de busca por conhecimento, pois encontrei "a cura para o meu vício de insistir nessa saudade de tudo que eu ainda não vi. (Russo, R)". E isso me parece bem real, mesmo que eu seja levado a acreditar que é pura química no cérebro agindo para tais efeitos emocionais, desta vez eu quero ser iludido e viver todas essas sensações.
É tão difícil tentar participar do mundo, é como se render a ser iludido esperando que realmente a ilusão possa fazer parte da realidade, para assim, compartilhar de algo que me inclua na sociedade mas sem eu saber que é alienação. Espero que o envolvimento na ilusão proposta pela sociedade me entorpeça e faça eu realmente acreditar que essas ilusões são verdadeiras. Se não for, irei então jogar, afinal, felizmente, bons tempos têm acontecido e acho que meu ciclo de busca pelo conhecimento foi interrompido.
Finalmente eu saio de um ciclo de busca por conhecimento, pois encontrei "a cura para o meu vício de insistir nessa saudade de tudo que eu ainda não vi. (Russo, R)". E isso me parece bem real, mesmo que eu seja levado a acreditar que é pura química no cérebro agindo para tais efeitos emocionais, desta vez eu quero ser iludido e viver todas essas sensações.
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