A família é bom sim, sei que viver preso com ela não é nada fácil, mas a ajuda mútua existente dentro de uma casa pode ser muito benéfica, basta aprender a negociar: -Posso fazer isso? Aí você faz isso...
Sempre se encontra um ponto onde o benefício vem mútuo.
É bom saber recompensar o que é emprestado e a ajuda, mantendo assim o clima, é sempre favorável ao conforto. A paz sempre é a principal força a ser encontrada.
Enquanto não se tem pra onde ir ou não se sabe bem ao certo o que quer para o futuro, é bom estar ali, ter um cantinho mais aconchegante, um mundo mais ou menos controlado por você para você fazer planos para sua vida.
Sim, tem pessoas pra te atormentar, ou quem sabe, para te ajudar a aturar as pessoas no trabalho. Afinal aprendendo a lidar com elas você estará apto a lidar com as pessoas externas a sua casa.
É necessário conservar, mesmo contra a vontade em certos momentos, a família de mesmo sangue, afinal, no fundo, são as únicas que não te jogaram no lixo caso você venha a se tornar um. Vi que tudo depende de mim, aceitar a ajuda ou não.
Na segunda forma, o mundo se encarrega de levar o lixo até o lixo.
E se sua família jogar você no lixo também?
Pois é, se isso ocorrer quem terá que aprender é a família, a lidar com os novos fatos, evoluindo. Acho que nunca devemos ser covardes e entregar a verdade, mesmo que isso faça que eu seja jogado no lixo. Afinal a dor será em ambos, mas ela passa, o tempo é um senhor e tanto e faz tudo apaziguar e se não, não me preocupo, a coragem demonstrada é superior a tudo, significa que meu valor como ser humano é muito maior do que eu imaginava, do que qualquer pessoa imaginava. É, é hora da verdade.
Não ter medo de sofrer foi uma das minhas primeiras lições.
Apos acontecer vamos ver quem aceita primeiro.
Após acontecer vamos ver quem ri primeiro.
Nossa Mente: Muito mais do que um canto para se esconder, um mundo todo para Explorar!
domingo, 31 de julho de 2011
sábado, 30 de julho de 2011
Negatividade e muito rock.
e tornar cético para negatividade ajudou-me muito tempo, mas quando se cai um tombo grande e fica difícil se levantar realmente parece que algo encostou na gente, é hora de fugir por um tempo das coisas de "mau agouro". Livros, sites, músicas que falam sobre coisas negativas, que estão desenhando o mal, que estimulem raiva, que estimule medo, que estimule vazio. Porque realmente não te ajudam a se levantar, apenas a te conservar ali, num ponto parado e você acaba se acostumando.
Aos 11 anos conheci o que era o mal de verdade, algo horrível que não vou contar aqui.
Lá pelos 14 anos, já superado, primeiro emprego de carteira assinada, 89 fm era a rádio rock. Tudo começou com músicas rock, Ramones, Iron Maiden, Metallica e outros mais pesados e menos pesados. A influência rock caiu sobre minha vida.
Bom na verdade eu aceitei a influência muito bem porque minha mãe ouvia The Cure, U2, Madonna, Cindy Lauper, A-Ha, Tears For Fears e outros anos 80 desde que eu era pequeno, eram canções inclusas em novelas, minisséries, mas voltemos aos 14 anos.
Me lembro da época em que escutava Pink Floyd - The Wall todos os dias, e ia dormir sempre escutando Hey You, angustiáva-me com Confortably Numb, como se não houvesse mais chance, como o "não tem solução" fosse algo determinado, era muito triste, os dias se passavam e cada vez mais eu me acostumava com toda tristeza, meus amigos em drogas, aventuras perigosas, matando aula, o mundo decaindo, gente me traindo, cada vez tudo foi indo pra baixo, presenciando ataques causado por drogas (talvez por isso eu tenha me mantido com medo disso), amigos indo embora (sim, ele se foi, teve coragem de se enforcar na casa da vó, me deixou dois CD, um do Ozzy Ousborne e um do Rush, músicas que curtíamos na época, CD que seriam vendidos com certeza para mais drogas).
Aí então vieram as músicas do Legião Urbana, puxa que fase, só que depois da era Rock no ensino médio a era Legião Urbana/The Doors/Ramones me deu uma outra surpresa, a primeira decepção amorosa. Tudo bem, bastou 1 ano e pouco para superar. Só que The Doors e sua loucura foram sacrificados por isso, até hoje as lembranças vem a mente, bom, hoje esse som não me faz falta.
Segui minha vida para o trabalho e mais nada além dele, em paralelo ia estudando música, comecei no teclado do computador, comecei violão com um amigo (que no Liceu me emprestava os CD do Legião), voltei para o teclado/piano e segui para a faculdade.
Após um bom tempo o que aprendi foi que é necessário um exílio destas coisas, e também dos pensamentos que atormentam, más lembranças, "filminhos mentais" e todo um bolo de coisas que o cérebro é capaz de ficar martirizando isso na mente. Porque isso só mantém você no lodo.
Para acabar com esse filminhos/vozes/tormentos a auto observação é importantíssima, aprendi que basta ficar sondando o que você está pensando, e quando perceber algumas destas coisas (filminhos, lembranças, brigas, etc) basta pedir para que elas sejam destruídas, que sejam desintegradas, usando o um nome divino que você goste. Quanto mais você treina, mais você consegue.
O mesmo vale para inveja, ciúmes, e os 7 pecados capitais, enfim, tudo que seja mal. Descobri que o mal mora em nós quando nós estamos manipulados por estas personas do Ego.
No final sobra só você, em paz. E sua vida começa a melhorar. Sua vontade volta e você começa a contagiar as pessoas com otimismo. Enfim, eu deixei de me sentir um lixo e comecei a me sentir útil.
Isso foi muito importante pra mim.
Não quer dizer que tenha me convertido, mas encontrei um Deus muito além do Deus que é pregado por aí.
Aos 11 anos conheci o que era o mal de verdade, algo horrível que não vou contar aqui.
Lá pelos 14 anos, já superado, primeiro emprego de carteira assinada, 89 fm era a rádio rock. Tudo começou com músicas rock, Ramones, Iron Maiden, Metallica e outros mais pesados e menos pesados. A influência rock caiu sobre minha vida.
Bom na verdade eu aceitei a influência muito bem porque minha mãe ouvia The Cure, U2, Madonna, Cindy Lauper, A-Ha, Tears For Fears e outros anos 80 desde que eu era pequeno, eram canções inclusas em novelas, minisséries, mas voltemos aos 14 anos.
Me lembro da época em que escutava Pink Floyd - The Wall todos os dias, e ia dormir sempre escutando Hey You, angustiáva-me com Confortably Numb, como se não houvesse mais chance, como o "não tem solução" fosse algo determinado, era muito triste, os dias se passavam e cada vez mais eu me acostumava com toda tristeza, meus amigos em drogas, aventuras perigosas, matando aula, o mundo decaindo, gente me traindo, cada vez tudo foi indo pra baixo, presenciando ataques causado por drogas (talvez por isso eu tenha me mantido com medo disso), amigos indo embora (sim, ele se foi, teve coragem de se enforcar na casa da vó, me deixou dois CD, um do Ozzy Ousborne e um do Rush, músicas que curtíamos na época, CD que seriam vendidos com certeza para mais drogas).
Aí então vieram as músicas do Legião Urbana, puxa que fase, só que depois da era Rock no ensino médio a era Legião Urbana/The Doors/Ramones me deu uma outra surpresa, a primeira decepção amorosa. Tudo bem, bastou 1 ano e pouco para superar. Só que The Doors e sua loucura foram sacrificados por isso, até hoje as lembranças vem a mente, bom, hoje esse som não me faz falta.
Segui minha vida para o trabalho e mais nada além dele, em paralelo ia estudando música, comecei no teclado do computador, comecei violão com um amigo (que no Liceu me emprestava os CD do Legião), voltei para o teclado/piano e segui para a faculdade.
Após um bom tempo o que aprendi foi que é necessário um exílio destas coisas, e também dos pensamentos que atormentam, más lembranças, "filminhos mentais" e todo um bolo de coisas que o cérebro é capaz de ficar martirizando isso na mente. Porque isso só mantém você no lodo.
Para acabar com esse filminhos/vozes/tormentos a auto observação é importantíssima, aprendi que basta ficar sondando o que você está pensando, e quando perceber algumas destas coisas (filminhos, lembranças, brigas, etc) basta pedir para que elas sejam destruídas, que sejam desintegradas, usando o um nome divino que você goste. Quanto mais você treina, mais você consegue.
O mesmo vale para inveja, ciúmes, e os 7 pecados capitais, enfim, tudo que seja mal. Descobri que o mal mora em nós quando nós estamos manipulados por estas personas do Ego.
No final sobra só você, em paz. E sua vida começa a melhorar. Sua vontade volta e você começa a contagiar as pessoas com otimismo. Enfim, eu deixei de me sentir um lixo e comecei a me sentir útil.
Isso foi muito importante pra mim.
Não quer dizer que tenha me convertido, mas encontrei um Deus muito além do Deus que é pregado por aí.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Alguns pontos que aprendi
Na decepção com a vida:
A ajuda mútua é essencial, é necessário estar um mínimo conectado com alguns amigos e realmente se abrir um pouquinho para eles, de preferência alguém que já tenha passado pelo mesmo ou que lhe ajude com uma visão acima do que você conhece.
Todos precisamos nos ajudarmos, e isso ocorre todos os dias, são pessoas que não desistiram da vida e estão trabalhando e mantendo o humor com tudo, dirigindo ônibus, consertando eletrônicos, tratando água, sendo médicos.
Também é necessário um mínimo de fé em Deus, sem esse mínimo é impossível encontrar um caminho que pareça iluminado, felizmente os ateus estão errados, mas não porque seja tudo mecânico e não exista um Deus, mas simplesmente porque Deus que a maioria procura não existe, é imensurável, não notável, infinito e fora da nossa compreensão e aprendi também que é assim que deve ser, sem compreensão, ainda não estamos prontos para compreender.
Sem estas coisas acima você vai cair no fundo mesmo, no fundo do poço, e lá não irá ter água, irá ter lama e mais ainda, terá coisas estranhas lhe puxando para afundar nessa lama. Só quando você compreender porque está ali é que a lama some.
Verdades comprovadas esse ano:
"A verdade dói, a mentira mata, mas só a dúvida tortura."
"Não é porque você caiu que você deve continuar no chão."
"Amor é tudo que você precisa, tudo que você precisa é amor." (Essa Nietzsche acabou me ensinando, não ele diretamente, mas sim, a visão que ele passou do mundo, consegui vencer o desprezo pela sociedade e entende-la novamente, só que agora de outra forma)
Não precisamos de muito para viver, viver conectado ao mundo natural e as pessoas é algo suficiente para ser muito feliz. Daí então você pode continuar a fazer suas coisas bobas de sempre e talvez investir um pouco em criatividade, música, desenho, pintura, que isso lhe dará um retorno agradável e continuará cultivando a paz.
Sei que trabalhar duro, como um camelo não é nada saudável, mas você pode diminuir o ritmo, descer o nível, estudar por um tempo e mais tarde retorna para um nível superior. Fiz isso quando passei de trabalhar de um supermercado para estagiar ganhando nada, fiquei 5 meses com seguro desemprego, pagando o resto do técnico, depois 4 meses desempregado, por fim, devido ao bom trabalho exercido fui chamado na empresa que queria tanto trabalhar.
A ajuda mútua é essencial, é necessário estar um mínimo conectado com alguns amigos e realmente se abrir um pouquinho para eles, de preferência alguém que já tenha passado pelo mesmo ou que lhe ajude com uma visão acima do que você conhece.
Todos precisamos nos ajudarmos, e isso ocorre todos os dias, são pessoas que não desistiram da vida e estão trabalhando e mantendo o humor com tudo, dirigindo ônibus, consertando eletrônicos, tratando água, sendo médicos.
Também é necessário um mínimo de fé em Deus, sem esse mínimo é impossível encontrar um caminho que pareça iluminado, felizmente os ateus estão errados, mas não porque seja tudo mecânico e não exista um Deus, mas simplesmente porque Deus que a maioria procura não existe, é imensurável, não notável, infinito e fora da nossa compreensão e aprendi também que é assim que deve ser, sem compreensão, ainda não estamos prontos para compreender.
Sem estas coisas acima você vai cair no fundo mesmo, no fundo do poço, e lá não irá ter água, irá ter lama e mais ainda, terá coisas estranhas lhe puxando para afundar nessa lama. Só quando você compreender porque está ali é que a lama some.
Verdades comprovadas esse ano:
"A verdade dói, a mentira mata, mas só a dúvida tortura."
"Não é porque você caiu que você deve continuar no chão."
"Amor é tudo que você precisa, tudo que você precisa é amor." (Essa Nietzsche acabou me ensinando, não ele diretamente, mas sim, a visão que ele passou do mundo, consegui vencer o desprezo pela sociedade e entende-la novamente, só que agora de outra forma)
Não precisamos de muito para viver, viver conectado ao mundo natural e as pessoas é algo suficiente para ser muito feliz. Daí então você pode continuar a fazer suas coisas bobas de sempre e talvez investir um pouco em criatividade, música, desenho, pintura, que isso lhe dará um retorno agradável e continuará cultivando a paz.
Sei que trabalhar duro, como um camelo não é nada saudável, mas você pode diminuir o ritmo, descer o nível, estudar por um tempo e mais tarde retorna para um nível superior. Fiz isso quando passei de trabalhar de um supermercado para estagiar ganhando nada, fiquei 5 meses com seguro desemprego, pagando o resto do técnico, depois 4 meses desempregado, por fim, devido ao bom trabalho exercido fui chamado na empresa que queria tanto trabalhar.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
A Busca
Sempre procurei algo estável, para se viver até o fim da vida, aceitando todos os defeitos, porque é isso que faz a vida ser interessante. Porém, quando eu aceito tudo e vou me adaptando parece que perdem o interesse em mim, parece que querem realmente uma pessoa individualista, que sabe o quer e o que extrair da vida. Mas essa parte também não deu certo, se eu chego confiante demais, as pessoas acham que nunca vão me alcançar e se descartam, mas também esquecem de analisar o quanto trabalhei, produzi e fiz para conseguir e chegar até onde estou. Simplesmente não perguntam e se afastam. Parece ter preguiça, ou falta de vontade, talvez achem que dá muito trabalho me conquistar, rs.
Simplesmente me veem como um ET, alguém que nasceu cheio de dons e impossível de alcançar. Porém, não é assim, eu só não tive preguiça para nada, só me sacrifiquei por vários ideais e valores que considerava bons, para atender a sociedade mesmo, e fui reconhecido diversas vezes, mesmo não ligando muito para o reconhecimento, foi bom, provei meu valor, me respeitam por isso. Passei finais de semana inteiro estudando, esquecendo coisas passadas, esquecendo emoções.
Simplesmente me veem como um ET, alguém que nasceu cheio de dons e impossível de alcançar. Porém, não é assim, eu só não tive preguiça para nada, só me sacrifiquei por vários ideais e valores que considerava bons, para atender a sociedade mesmo, e fui reconhecido diversas vezes, mesmo não ligando muito para o reconhecimento, foi bom, provei meu valor, me respeitam por isso. Passei finais de semana inteiro estudando, esquecendo coisas passadas, esquecendo emoções.
Concluindo mais algumas coisas
Concluindo mais algumas coisas: Quanto mais para o lado positivo você se aproxima, mais as coisas positivas chegam até você, de uma forma ou de outra. No início elas chegam distorcidas, ainda alteradas pelo negativo, mas tudo depois tende a melhorar.
Quanto mais rápido você aceita uma situação, menos sofre e mais rápido ela tende para mudança para algo melhor.
Quando você mata a sombra da paixão, resta o amor verdadeiro. O primeiro é egoísta, o segundo, altruísta.
Felizmente de volta ao equilíbrio.
Quanto mais rápido você aceita uma situação, menos sofre e mais rápido ela tende para mudança para algo melhor.
Quando você mata a sombra da paixão, resta o amor verdadeiro. O primeiro é egoísta, o segundo, altruísta.
Felizmente de volta ao equilíbrio.
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Algumas conclusões,
Para chegar as últimas conclusões tive muita revolta, muita mesmo, além disso entrei desta vez mais a fundo em paranoias intermináveis, neuroses estranhas e distorcidas, mensagens mentais acontecendo na realidade. Dormia, sonhava pesadelos, me assustava com o que via, tinha dó, compaixão, paixão, amor, uma mistureba gigante de emoções, todas num bolo só, que envolveu exatamente tudo desta vez, não sobrou nada de lado onde eu pudesse me apegar e dizer, isso aqui é palpável.
Haaaa eu levei tanto tempo para estar equilibrado emocionalmente, ter encontrado a paz, uma forma de ver a vida que era ótima, tudo em paz, tudo estava do jeito que deveria estar, o perdão era para todos, a sociedade estava mais do que bem para mim foi aí então que fui procurar algo a mais, foi aí então que de novo fui procurar e deixei-me novamente me envolver emocionalmente.
Toda a parte de exatas, matemática, cálculo, faculdade, isso tudo foi muito fácil depois da primeira balançada do emocional, só não esperava passar de novo por outra balançada emocional. A parte física do mundo parece ser fácil quando o pior, decepções emocionais, passam. Se eu passei novamente por isso quer dizer que ainda tenho muito que aprender.
Ainda bem que o tempo cura as feridas, mas o sacana do tempo também me leva minha própria vivência nele, então nada mais lógico que forçar mentalmente algo que não é necessário sofrer para aprender, uma vez que já tenha aprendido, pode aceitar. Como você sabe que aprendeu? Quando você aceita o que aconteceu.
Quando você pode explicar o que sentiu é porque já não sente mais, bobeira insistir em algo que já sabe o resultado.
Parece que quanto mais você aceita a condição em que está, mais ela melhora abrindo portas para novos desafios.
Haaaa eu levei tanto tempo para estar equilibrado emocionalmente, ter encontrado a paz, uma forma de ver a vida que era ótima, tudo em paz, tudo estava do jeito que deveria estar, o perdão era para todos, a sociedade estava mais do que bem para mim foi aí então que fui procurar algo a mais, foi aí então que de novo fui procurar e deixei-me novamente me envolver emocionalmente.
Toda a parte de exatas, matemática, cálculo, faculdade, isso tudo foi muito fácil depois da primeira balançada do emocional, só não esperava passar de novo por outra balançada emocional. A parte física do mundo parece ser fácil quando o pior, decepções emocionais, passam. Se eu passei novamente por isso quer dizer que ainda tenho muito que aprender.
Ainda bem que o tempo cura as feridas, mas o sacana do tempo também me leva minha própria vivência nele, então nada mais lógico que forçar mentalmente algo que não é necessário sofrer para aprender, uma vez que já tenha aprendido, pode aceitar. Como você sabe que aprendeu? Quando você aceita o que aconteceu.
Quando você pode explicar o que sentiu é porque já não sente mais, bobeira insistir em algo que já sabe o resultado.
Parece que quanto mais você aceita a condição em que está, mais ela melhora abrindo portas para novos desafios.
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domingo, 24 de julho de 2011
A TV
Talvez eu tenha ficado frio demais e com medo demais de me envolver em relacionamentos humanos. Foi quando a vida começou a ter uma leve queda que ir perder a graça e que se sentir vivo era realmente viver emoções, foi quando vi que todos estavam procurando emoções para se sentir vivo, onde as pessoas assistem as novelas e não percebem que ali é uma emoção que se vivida realmente é forte e além disso, nas novelas, são uma atrás da outra, tudo acontecendo quase que ao mesmo tempo. As pessoas assistem e mal sabem que no fundo desejam vivê-las, a TV as engana, lhe dá uma pequena parte do que é viver, cultiva o medo do que está la fora no mundo, vende produtos, diz que você deve trabalhar certinho ("o trabalho enobrece o homem"), mostra pessoas bem sucedidas na TV, congratula os próprios da TV, como se outra profissão não fosse importante e todos ficam que nem zumbis discutindo a vida dos televisionados, como se tivessem julgando o mundo. Adquirindo um Ego ruim.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
"Se foda"
Odeio a parte do "se foda", ligar isso quer dizer que você está arriscando sem planejar. É porque odeio arriscar, é tanto medo, é tanta apreensão e ansiedade que é realmente um estado de desconforto para mim. Porém já fiz várias vezes isso na vida. Para arriscar eu sempre segui conselhos de pessoas que pareciam saber de algo a mais (depois descobri que eram tão crianças quanto eu) e eu achando que existia ali uma certa solidez, porém, nada, eram instáveis também, mas aí vi que essas mensagens e conselhos apareciam em todo lugar, comecei a reparar no mundo, pessoas falando na rua que não tinham nada haver soltavam frases nas conversas que tinha tudo haver com o que eu estava ou iria fazer.
As vezes é necessário o "se foda" para que isto sirva de pequena energia para arriscar. No fundo é medo, medo do futuro, mas se você ver bem, somos culpados, se criamos expectativas e depois não acontece nada, quem se frustra somos nós, mas não fomos nós mesmos que fizemos isso?
As vezes é necessário o "se foda" para que isto sirva de pequena energia para arriscar. No fundo é medo, medo do futuro, mas se você ver bem, somos culpados, se criamos expectativas e depois não acontece nada, quem se frustra somos nós, mas não fomos nós mesmos que fizemos isso?
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Interior panelinha
O Interior tem uma vida muito mais saudável, muito mais amigável, respeitadora e mais a vontade.
Não tem os eventos e movimentos da capital, mas basta pegar o ônibus e ir para a capital.
Claro que no interior algumas pessoas, tentando pegar tudo para elas, ou tentando controle, fazem panelinhas e se tornam as ricas da cidade, em clubes fechados, organizados para rejeitar os que não a ele pertence, porém se comparado com a capital não são violentos, podem até cometer atrocidades, mas basta desmascarar a sujeira (em cidade pequena a divulgação é grande) tudo se torna calmo e tranquilo novamente, reestabelecendo respeito. E esse pessoal também enfrenta problemas, como doenças, má conduta de pessoas da família, etc., no final todos estão aprendendo.
Isso é ruim para eu que vivo num mundo fechado, todos querem saber o que há, porque devo algumas satisfações, mas com o tempo as pessoas passam a lhe respeitar de igual para igual. Vi que posso ser misterioso, todos podem falar de mim por trás, mas realizo meu trabalho com o que estudei e me respeitam por isso e até alguns precisam dele, isso é bom. Só é chato ser chamado numa hora ruim, mas aí você dá uma desculpa social e tudo volta ao normal.
As panelinhas sempre vão existir, infelizmente, fofocas sempre vão rolar, mas nada como se apresentar bem e trabalhar bem para calar a boca das más e venenosas línguas.
No final tudo fica bem, porque a conversa no interior é mais light.
(Me refiro ao interior de São Paulo)
Não tem os eventos e movimentos da capital, mas basta pegar o ônibus e ir para a capital.
Claro que no interior algumas pessoas, tentando pegar tudo para elas, ou tentando controle, fazem panelinhas e se tornam as ricas da cidade, em clubes fechados, organizados para rejeitar os que não a ele pertence, porém se comparado com a capital não são violentos, podem até cometer atrocidades, mas basta desmascarar a sujeira (em cidade pequena a divulgação é grande) tudo se torna calmo e tranquilo novamente, reestabelecendo respeito. E esse pessoal também enfrenta problemas, como doenças, má conduta de pessoas da família, etc., no final todos estão aprendendo.
Isso é ruim para eu que vivo num mundo fechado, todos querem saber o que há, porque devo algumas satisfações, mas com o tempo as pessoas passam a lhe respeitar de igual para igual. Vi que posso ser misterioso, todos podem falar de mim por trás, mas realizo meu trabalho com o que estudei e me respeitam por isso e até alguns precisam dele, isso é bom. Só é chato ser chamado numa hora ruim, mas aí você dá uma desculpa social e tudo volta ao normal.
As panelinhas sempre vão existir, infelizmente, fofocas sempre vão rolar, mas nada como se apresentar bem e trabalhar bem para calar a boca das más e venenosas línguas.
No final tudo fica bem, porque a conversa no interior é mais light.
(Me refiro ao interior de São Paulo)
A cidade do Ego
Vejo São Paulo como a cidade do culto ao Ego, todos muito bem vestidos, cheio de relações importantes, jeitos de viver alternativos, rejeitando olhares, confiantes de si, mas muito pobres de espírito. Todos ali competindo por um lugar ilusório, por um pódio, que na verdade ele nem existe, porque o prêmio é tão ilusório quanto a ideia de que ele exista.
Pessoas que mais tarde descobrem que o encontro com a natureza é ótimo, que a vida é ótima no interior, que elas podem supostamente estarem sobrevivendo e não vivendo, mas pra que dar braço a torcer? "O Diabo Veste Prada" e todo mundo quer ser daquela forma.
O Ego prevalece, sociabilidade sem compromisso, ser social, amigável, bem visto, porém sem compromisso com ninguém, sem se esquentar com ninguém, uma maneira egoísta e egocêntrica de pensar, e quase nunca estão errados, e quase nunca é orgulho, e quase sempre tudo pode ferir a honra. Humildade? Sim, falta.
E o povinho pobre nas calçadas? Eles têm alguma chance? Só devem sobreviver, até terem um ato nobre de quererem mudar de vida. É necessário muita força de vontade, muita mesmo. E também, ajuda.
São Paulo capital é uma cidade do desprezo. Pessoas andam lado a lado, não se cumprimentam, criam laços estranhos, mas nada é tão firme, nada é tão recompensador, sem existe medo, desconfiança e decepção.
Pessoas que mais tarde descobrem que o encontro com a natureza é ótimo, que a vida é ótima no interior, que elas podem supostamente estarem sobrevivendo e não vivendo, mas pra que dar braço a torcer? "O Diabo Veste Prada" e todo mundo quer ser daquela forma.
O Ego prevalece, sociabilidade sem compromisso, ser social, amigável, bem visto, porém sem compromisso com ninguém, sem se esquentar com ninguém, uma maneira egoísta e egocêntrica de pensar, e quase nunca estão errados, e quase nunca é orgulho, e quase sempre tudo pode ferir a honra. Humildade? Sim, falta.
E o povinho pobre nas calçadas? Eles têm alguma chance? Só devem sobreviver, até terem um ato nobre de quererem mudar de vida. É necessário muita força de vontade, muita mesmo. E também, ajuda.
São Paulo capital é uma cidade do desprezo. Pessoas andam lado a lado, não se cumprimentam, criam laços estranhos, mas nada é tão firme, nada é tão recompensador, sem existe medo, desconfiança e decepção.
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