sábado, 21 de fevereiro de 2009

A vida é um jogo e nem todos jogam!

Sim, ela é, pois a definição do jogo é uma parte da vida. Temos pessoas (os personagens do jogos) e os desafios (fases, obstáculos etc) e os objetivos (como no jogo há) e também tem fim, o mundo pode não ter, mas nós os personagens temos.

Sendo um jogo, algumas pessoas cansam de jogar e criam a tendência a desistir, isto é fato. Um exemplo é: algumas vezes quando vemos uma pessoa que gostamos, passamos a admirá-la, porque? Vou dar um exemplo dentro deste exemplo, quando você vê um cara dando uma palestra e você adora aquilo e pensa: - Nossa eu adorei o assunto, poderia fazer isto na minha vida, é exatamente o óbvio, você encontro seu espelho, é você que poderia estar lá frente no lugar dele, no final, você gostou tanto da pessoa porque ela é o que você queria ser, ou pode ser bem melhor, ela tem o que você quer. Mas se você não esta onde ela esta talvez seja porque você desistiu em algum ponto, no fundo gostava do assunto, mas não quis estudá-lo, o caminho parecia grande demais e por isso você não o seguiu.

Este é um exemplo simples, que algumas pessoas percebem, mas outras não, isto fica mascarado e acaba comandando ações, pode levar a cobiça, inveja etc. Este é um de nossos bugs, o "medo virtual", aquele medo desnecessário que nem sabemos que sentimos, pode parecer brincadeira, ou soar bem infantil, mas este medo é como o de que outras pessoas invadam sua mente e descubram o que você acabou de sentir e retalhem-lhe por ter desistido lá no começo, é como se o cérebro falasse: - Eu te avisei!, e ao mesmo: - Vai lá, o cara é o máximo!

Agora voltando ao assunto lá em cima, onde a vida é um jogo e as pessoas cansam de jogar, uma das coisas culpadas por pararem as pessoas de adquirir mais conhecimento é o Amor, sim ele mesmo, se a pessoa ainda não conseguiu ser autodidata para adquirir conhecimento, ou sempre desistiu quando ficou complicado e tudo virou uma bola de neve, com certeza ao apaixonar-se a sua trajetória está satisfeita, o ciclo do homem está no início para a fase final e se tudo der certo a única coisa que irá interessar é viver o resto da vida numa boa, sem busca, sem grande movimentos revolucionantes, sem muito trabalho e por aí vai, nunca saindo da primeira fase.

Para exemplo considere então para uma pessoa (ELE) que leva a vida normal e NÓS pensadores, buscadores de conhecimento, interessados no rumo do mundo, sensibilizados com os acontecimentos: Façamos as seguintes questões:

Será que ele vive melhor, não se importando tanto?
Será que ele é mais feliz? Será que ele é feliz?
Será que ele após a morte volta para aprender mais?

Mas por fim, todas as questões são dispensáveis pois elas pertencem a nós, nós a criamos, nós nos importamos, pois na verdade se ele fosse mais feliz, era ele e não nós, saber disso é pior para nós, porque geralmente as pessoas não enxergam que o modo de ser de cada um é diferente e que nós não conseguiríamos viver como este cara, mesmo que fôssemos ele, poderíamos não ser feliz, pois aquilo não nos pertence, aquele estado de espírito (aquela felicidade) é dele.

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